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Morre o poeta Alexei Bueno aos 63 anos por complicações de câncer

Morre aos 63 anos o poeta e tradutor Alexei Bueno, devido a câncer de fígado; velório será no domingo, no Cemitério dos Ingleses, no Rio

Um câncer no fígado causou a morte de Alexei Bueno - (crédito: Facebook/ Reprodução)
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  • Morreu o poeta e tradutor Alexei Bueno, aos 63 anos, vítima de câncer de fígado, na noite de sexta-feira, 26 de junho de 2026.
  • Ele era reconhecido como um dos grandes estudiosos da língua portuguesa e da poesia e foi colaborador assíduo da Academia Brasileira de Letras.
  • O velório ocorre no domingo, 28 de junho, às 10h, no Cemitério dos Ingleses, no Santo Cristo, Rio de Janeiro.
  • A doença foi descoberta no início do mês, após ele passar mal em Portugal durante discussões sobre Camões; o diagnóstico ocorreu no Brasil.
  • Entre as obras e reconhecimentos, destacam-se A via estreita (1995, vencedor do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte) e o Jabuti de 2004; atuou ainda como crítico de arte, ensaísta e tradutor.

O poeta e tradutor Alexei Bueno morreu aos 63 anos por complicações de um câncer de fígado, na noite de sexta-feira (26/6). A morte foi anunciada pela Academia Brasileira de Letras (ABL).

O velório está marcado para domingo (28/6), às 10h, no Cemitério dos Ingleses, no bairro Santo Cristo, no Rio de Janeiro. A cerimônia deve reunir colegas, estudiosos e leitores da obra de Bueno.

Reconhecido como uma das maiores referências da língua portuguesa, Bueno era colaborador frequente da ABL e ficou conhecido pela visão enciclopédica sobre a história do Rio de Janeiro. Sua carreira iniciou-se aos 16 anos.

Trajetória literária e reconhecimento

Entre suas obras destacam-se A chave quebrada e Histórias das ruas do Rio, com atualizações a partir de Brasil Gerson. Também atuou como crítico de arte e ensaísta, recebendo o Prêmio Jabuti em 2004.

Como tradutor, dedicou-se a escritores como Gérard de Nerval, Edgar Allan Poe e Stephane Mallarmé. Publicou novas edições de clássicos nacionais e estrangeiros, ampliando o diálogo entre gerações.

Em 2022, pela Editora Record, lançou A escravidão na poesia brasileira: Do século 17 ao 21, compilação que reúne vozes de 80 poetas. O trabalho reforçou sua posição de estudioso e divulgador da cultura brasileira.

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