- Alexei Bueno morreu na madrugada de 27 de junho, aos 63 anos, em sua casa, no Rio de Janeiro, após lutar contra um câncer.
- A carreira do poeta, ensaísta, crítico, tradutor e editor ganhou reconhecimento com prêmios como Jabuti, APCA, Fernando Pessoa, ABL e Biblioteca Nacional.
- O último livro publicado foi A chave quebrada (2026; disponível na data), e entre as obras estão Lucernário (1993), Os resistentes (2001), A árvore seca (2006) e Naquele remoto agora (2024).
- Como ensaísta, publicou Uma história da poesia brasileira (2007) e A escravidão na poesia brasileira: do século XVII ao XXI (2022); organizou edições críticas de diversos autores.
- Também atuou como tradutor de Nerval, Poe, Neruda e John Clare; foi membro do PEN Clube do Brasil e dirigiu o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) entre 1999 e 2002.
Alexei Bueno faleceu na madrugada deste sábado, 27, aos 63 anos, em sua casa, no Rio de Janeiro. Segundo o jornal O Globo, ele lutava contra um câncer.
Ao longo de cerca de 40 anos de carreira, o poeta, ensaísta, crítico, tradutor e editor recebeu importantes reconhecimentos da literatura brasileira, incluindo dois Jabuti, APCA, Fernando Pessoa, ABL e Biblioteca Nacional.
Nascido no Rio em 1963, Bueno formou-se em Letras pela UFRJ, onde estudou literatura e filologia. Sua obra sempre teve rigor formal e diálogo com a tradição clássica.
Entre os títulos publicados, destacam-se A chave quebrada (2026), Lucernário (1993), Os resistentes (2001), A árvore seca (2006) e Naquele remoto agora (2024). Também publicou ensaios e organizou edições críticas de autores brasileiros e portugueses.
Como ensaísta, assinou obras como Uma história da poesia brasileira (2007) e A escravidão na poesia brasileira: do século XVII ao XXI (2022). Traduziu Neruda, Nerval, Poe e John Clare para o público lusófono.
O autor atuou como editor e organizador de edições críticas de autores como Augusto dos Anjos, Vinicius de Moraes e Luís de Camões. Além disso, foi editor de obras portuguesas e da literatura brasileira em geral.
No campo institucional, Bueno foi membro do PEN Clube do Brasil e dirigiu o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) entre 1999 e 2002, coordenando exposições e publicações sobre literatura, artes e patrimônio.
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