- Suspeitos do atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos teriam ligação com a facção PCC, segundo a Polícia Militar (PM) informada à CNN Brasil.
- A PM afirma que o ataque foi premeditado e que ainda não divulgou a motivação ou os envolvidos com a facção.
- Três suspeitos, com idades de 24, 40 e 52 anos, foram presos e localizados em Guainases, na zona Leste de São Paulo; eles teriam prestado apoio logístico e de transporte na execução do crime.
- O homem de 52 anos confessou ter prestado apoio logístico aos executores; os suspeitos foram apresentados no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
- Ronickson Pimentel dos Santos continua internado em estado gravíssimo, na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, sob monitoramento neurológico, segundo a PM.
O tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos foi baleado na cabeça durante uma tentativa de execução na manhã de sábado (27), na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, Grande São Paulo. A ação ocorreu quando ele saia de uma academia, e dois homens em uma moto abriram fogo.
A Polícia Militar informou que alguns dos suspeitos teriam ligação com o PCC, a maior facção criminosa do país. A APURAÇÃO aponta que o ataque foi premeditado, embora a motivação não tenha sido esclarecida até o momento.
Neste domingo (28), três suspeitos foram presos em São Paulo. Eles estavam em Guainases, na zona Leste da capital, e foram apresentados no DHPP. Idades de 24, 40 e 52 anos. O homem de 52 anos confessou ter prestado apoio logístico aos executores.
Os suspeitos teriam fornecido apoio logístico e transporte para a execução. A corporação informou que as investigações continuam para identificar todos os envolvidos e esclarecer a participação de qualquer pessoa ligada à facção.
Ronickson Pimentel, de 39 anos, permanece internado na UTI do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, sob monitoramento neurológico. O quadro de saúde é grave, mas ele apresenta estabilidade clínica, segundo boletins oficiais.
Investigação em curso
As autoridades ressaltam que as investigações seguem para mapear a cadeia de apoio ao crime e identificar todos os envolvidos. A polícia não informou novas prisões ou desdobramentos operacionais desde o último boletim.
Entre na conversa da comunidade