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Família de artista venezuelano presa em escombros busca ajuda

Família de Onai Quiñonez clama por resgate após terremoto na Venezuela; mostra de Gabriele Stötzer em Berlim; desmontes de arte em Paris e Plymouth

Rubble in Venezuela.
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  • A família do artista venezuelano Onai Quiñonez pede ajuda para resgatá-lo, após terremotos que devastaram Caraballeda, na Cha, com ele sob escombros há aproximadamente 41 horas.
  • Trabalhadores começarão a desmontar La Caverne du Pont-Neuf, obra de JR instalada em uma ponte de Paris, atingida por tempestade e onda de calor que elevou a temperatura interna.
  • A mostra individual de Gabriele Stötzer no Gropius Bau, Berlin, é a maior já dedicada a uma mulher da Alemanha Oriental em um museu estadual, com 150 obras em exibição até 6 de dezembro.
  • A Box, instituição de arte em Plymouth, Inglaterra, venceu o UK Art Fund Museum of the Year Award, no valor de cerca de 158 mil dólares.
  • O conteúdo gerado por IA é citado em síntese de notícias, destacando controvérsias sobre uso de tecnologia na produção artística.

O artista venezuelano Onai Quiñonez continua desaparecido após o terremoto duplo que atingiu a Venezuela na semana passada. A família afirma que ele está sob os escombros de um prédio residencial em Caraballeda, La Guaira, e pede ajuda para que o resgate seja visto pela comunidade internacional. Segundo a irmã pela esposa, Mariela Roa, Quiñonez estaria vivo e lutando, com 41 horas sob o material; ainda não havia chegado assistência oficial ao local.

A situação tem mobilizado também a família de Laura Silva, que era esposa de Quiñonez no momento do tremor. Ela havia saído com o cachorro quando ocorreu o sismo; ao retornar, viu a casa desabar com o marido dentro. As informações foram veiculadas por veículos de mídia especializados na cobertura de artes, que destacam a urgência de ações de resgate.

Atualizações do universo artístico

Gabriele Stötzer inaugura em Berlim a maior exposição já dedicada a uma mulher da Alemanha Oriental num museu estadual, no Gropius Bau. A mostra reúne 150 obras e fica em cartaz até 6 de dezembro, explorando a trajetória da artista sob vigilância da Stasi e a atuação como dissidente. Ela buscou articular a vida sob paredes literais e políticas, mantendo-se entre paredes sociais e artísticas.

Paralelamente, em Paris, a desmontagem de La Caverne du Pont-Neuf, obra pública de JR, começa nesta semana. A intervenção, instalada em homenagem a Christo e Jeanne-Claude, teve o interior comprometido por tempestade e onda de calor. A intervenção envolve a remoção de parte da obra para manutenção e reapresentação futura.

Destaques internacionais de cultura

Em Plymouth, Inglaterra, The Box foi laureada com o UK Art Fund Museum of the Year, recebendo cerca de 158 mil dólares. O prêmio reconhece o papel da instituição na produção e difusão de exposições que conectam público, história e prática artística contemporânea.

Uma curiosidade histórica aparece quando o público relembra o caso do primeiro dente de dinossauro encontrado na Antártida, que ficou guardado por décadas sem identificação. A descoberta destacou falhas de protocolo científico na época de sua guarda por parte dos pesquisadores.

Textos e polypticos

A polêmica em torno da escultura Burning Man, R-Evolution, segue em pauta. A obra de Marco Cochrane, instalada desde 2025 no Embarcadero de San Francisco, está à venda, sem preço público divulgado. A estátua representa uma figura humana em posição de yoga e gerou debates sobre seu lugar em espaços públicos e celebrações artísticas.

The Watermill Center, residência artística fundada pelo dramaturgo Robert Wilson, ganha destaque com a presença de NOMAD, feira de arte e design que ocorreu de 25 a 28 de junho. O repórter John Madlener descreve o local como um ambiente que funde vida e arte, refletindo a visão de Wilson. Nicolas Bellavance-Lecompte, fundador da NOMAD, comenta a integração entre arte, design, arquitetura e cotidiano como eixo da mostra itinerante.

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