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Greve de rodoviários no Rio; 30 ônibus vandalizados em piquetes, diz viações

Greve de rodoviários no Rio mantém frota aquém do esperado, com 600 ônibus em operação após liminar que determina 50% nos horários de pico e 25% nos intervalos; 30 ônibus vandalizados e há um ferido

Rioônibus afirma que coletivo foi vandalizado em piquete nesta segunda-feira (29) — Foto: Divulgação
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  • À zero hora, a categoria entrou em greve por tempo indeterminado; a Justiça do Trabalho determinou circulação mínima de cinquenta por cento da frota nos horários de pico e vinte e cinco por cento nos intervalos.
  • A Rio Ônibus afirmou que pelo menos trinta ônibus foram vandalizados em piquetes na madrugada desta segunda-feira; houve registro de ferimento de uma pessoa.
  • Ainda segundo o sindicato, seiscentos coletivos saíram das garagens para atender a população, abaixo dos cerca de mil e oitocentos que deveriam estar nas ruas.
  • O Centro de Operações e Resiliência informou funcionamento regular de metrô, trens e barcas; a prefeitura informou ponto facultativo por causa do jogo da Copa do Mundo.
  • Em caso de descumprimento da liminar, há multa diária de cinquenta mil reais para cada entidade; as reivindicações incluem mudanças na data-base, salários, passe livre e outros benefícios.

O movimento grevista dos rodoviários do Rio de Janeiro começou à meia-noite desta segunda-feira (29), por tempo indeterminado, após assembleia realizada no domingo (28). A Justiça do Trabalho liberou a circulação mínima de 50% da frota nos horários de pico e 25% nos intervalos.

O sindicato Rio Ônibus informou que ao menos 30 ônibus foram vandalizados em piquetes durante a madrugada. A apuração indica que houve depredação nos acessos às garagens de algumas empresas, com impacto direto na operação. A imprensa não confirmou feridos com base em informações oficiais até o momento.

Detalhe importante: a liminar determina o funcionamento mínimo para evitar paralisação completa. Cerca de 600 ônibus devem sair das garagens para atender parte da demanda, 1.200 a menos do que o esperado pela Justiça.

Ainda segundo o Rio Ônibus, a paralisação afeta sobretudo áreas periféricas, onde a dependência de transporte público é maior. Passageiros relatam longas esperas e ônibus em horários irregulares, prejudicando deslocamentos para trabalho e estudo.

Desdobramentos operacionais e avaliação

O Centro de Operações e Resiliência (COR) informou que metrô, trens e barcas operam normalmente como alternativas para a população. A prefeitura confirmou ponto facultativo em funções públicas devido a jogos da Copa do Mundo.

O TRT-1 manteve a decisão liminar, com multa diária de R$ 50 mil para cada entidade envolvida, caso haja descumprimento. As reivindicações da categoria incluem reajustes salariais, mudança da data-base, permanência do passe livre e melhoria de benefícios, conforme proposta apresentada ao Rio Ônibus.

Até a atualização desta reportagem, não havia informações oficiais sobre feridos ou o estado de saúde da pessoa ferida. O caso continua sob monitoramento das autoridades e dos sindicatos.

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