- Moradores do bairro Palmital, em Santa Luzia, fizeram protesto na noite de 2 de julho cobrando providências pela falta de água.
- Segundo moradores, o abastecimento dura 10 dias e a água chega às torneiras apenas uma vez por semana, gerando transtornos.
- A Copasa informou que trabalha para normalizar o fornecimento e que a falha decorre de problemas na captação e no sistema de distribuição, com manutenções em andamento.
- A população destacou a situação como desumana, principalmente para crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais, e pediu uma solução definitiva.
- Manifestação contou com a presença de moradores que aguardam resposta rápida das autoridades e da Copasa para garantir água de qualidade e suficiente.
Moradores do bairro Palmital, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, realizaram um protesto na noite desta quinta-feira, 2 de julho, contra a falta de água na região. A mobilização ocorreu próximo aos pontos de distribuição de água, com cartazes cobrando soluções rápidas das autoridades e da concessionária responsável pelo serviço.
Segundo relatos, o abastecimento ocorre apenas uma vez por semana, situação que se arrasta há dias e tem gerado diversos transtornos para famílias, principalmente as com crianças, idosos ou pessoas com necessidades especiais. Os moradores afirmam que a indisponibilidade de água afeta higiene, alimentação e cuidados básicos.
A Copasa informou que o problema decorre de dificuldades na captação e no sistema de distribuição, e que atividades de manutenção estão em andamento para normalizar o fornecimento. A empresa ressaltou que trabalha para melhorar a infraestrutura e evitar novas interrupções.
Copasa e autoridades respondem
A concessionária afirmou que está atuando com equipes técnicas para restabelecer o abastecimento com maior regularidade. Não houve informações sobre prazos específicos para a normalização total do serviço. Moradores destacam a necessidade de uma solução definitiva na região.
Moradores destacaram que a resposta rápida destas atividades é essencial, principalmente para famílias com necessidades especiais. O protesto reuniu diversos moradores que aguardam providências efetivas para garantir o direito ao abastecimento de água adequado.
Entre na conversa da comunidade