- A Operação Cerco Fechado completou um mês com 1.085 prisões e apreensão de 11.823 quilos de drogas, além de reforçar o combate a facções em oito cidades.
- Foram cumpridos 407 mandados de prisão, conduzidas 1.307 pessoas às delegacias e apreendidos 100 adolescentes.
- A ação resultou na apreensão de 131 armas de fogo, 2.415 munições e 95 armas brancas e simulacros, sem registro de feridos entre os policiais.
- O governador Mateus Simões afirmou que as principais organizações criminosas do estado, como o PCC, o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro, foram afetadas pela operação, que não tem data para terminar.
- As ações ocorrem em Belo Horizonte e mais sete cidades — Juiz de Fora, Uberaba, Uberlândia, Manhuaçu, Teófilo Otoni, Araguari e Montes Claros — com 307 agentes, 73 viaturas, um helicóptero e dois cães farejadores.
A operação Cerco Fechado, ação integrada do Governo de Minas, completa um mês com balanço de forte atuação contra organizações criminosas. O anúncio ocorreu no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, na quarta-feira (1º/7). Mais de 1.000 prisões foram registradas, e quase 12 toneladas de drogas foram apreendidas no interior do estado.
Segundo o governo, a iniciativa iniciou em 1º de junho e envolve inteligência, repressão qualificada e ocupação estratégica em áreas prioritárias. A operação não tem prazo de encerramento informado pelas autoridades.
No primeiro mês, foram 1.085 prisões, média de 36 por dia. Também ocorreram 1.307 encaminhamentos a delegacias e 100 adolescentes apreendidos. Ao todo, 11.823 quilos de drogas foram retirados de circulação, com 131 armas de fogo e 2.415 munições apreendidas.
A atuação resultou ainda na retirada de 95 armas brancas e simulacros das ruas. O governador Mateus Simões destacou que o alvo são as maiores facções do estado, como PCC, Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro, sem registro de feridos entre os agentes.
Operações na capital e no interior
Nesta quarta, mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos nos aglomerados Cabana do Pai Tomás e Ventosa, em Belo Horizonte. Os investigados atuam com tráfico de drogas e governança criminal.
A ação mobilizou 307 agentes: 103 da PM, 190 da Civil e 14 da Polícia Penal. Também houve apoio de 73 viaturas, um helicóptero e dois cães farejadores. Duas pessoas foram presas durante as ações.
As operações acontecem simultaneamente em Belo Horizonte, Juiz de Fora, Uberaba, Uberlândia, Manhuaçu, Teófilo Otoni, Araguari e Montes Claros. O foco é cumprir mandados, capturar foragidos, e coibir tráfico de drogas e armas.
Complemento social e preventive
Além do combate direto ao crime, a operação prevê ações de prevenção à violência e fortalecimento da presença do poder público nas comunidades atendidas. Programas sociais devem ocorrer após a etapa de ocupação policial.
Partes das ações incluem a edição da Praça de Serviços em comunidades como Morro das Pedras, Cabana do Pai Tomás, Vila Cemig e Pedreira Prado Lopes. A iniciativa facilita acesso da população a políticas públicas.
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