- Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, confessou ter assassinado o casal Cláudio Atala (75) e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio em um apartamento de luxo no Bairro São Pedro, Belo Horizonte.
- O motivo indicado pela diarista foi dinheiro para “curtir a vida”; ela tinha dívida de R$ 40 mil com agiotas e era viciada em jogos de azar.
- Ela levou R$ 18 mil, joias e relógios do imóvel, parte do dinheiro já foi recuperada; a diarista foi detida em um hotel em Itabira.
- Segundo o depoimento, ela tentou dopar as vítimas com quatro comprimidos de medicamento de uso controlado no suco; cerca de 30 a 40 minutos depois, as vítimas adormeceram; foram encontrados aproximadamente 50 comprimidos na bolsa da suspeita.
- Cláudio Atala acordou durante o furto e foi atacado com uma faca após tentar reagir; foram apontadas mais de 40 perfurações. Maria Clotilde, ainda sedada, também foi morta; após o crime, a diarista limpou o local, trocou de roupa e deixou o apartamento levando dinheiro, joias e relógios.
Diarista de 30 anos, Paola Stefany Neto Cirino, é suspeita de matar o casal de idosos Cláudio Atala e Maria Clotilde no apartamento de luxo do Bairro São Pedro, em Belo Horizonte. O crime ocorreu na terça-feira (30/6) e a prisão ocorreu na noite desta quarta (1º/7). A motivação aponta para obter dinheiro.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, a suspeita informou ter ido ao imóvel apenas para limpeza e acabou furtando joias, relógios e cerca de R$ 18 mil. Parte do dinheiro já foi recuperada pela investigação.
A diarista afirmou que pretendia dopar as vítimas com quatro comprimidos de um medicamento de uso controlado, misturados a um suco, para facilitar o furto. Cerca de 30 a 40 minutos depois, as vítimas adormeceram e o crime ocorreu.
Detenção e apuração
Paola Cirino foi localizada em um hotel em Itabira, na região central de Minas, e detida pela Polícia Civil. Na bolsa, foram encontrados aproximadamente 50 comprimidos. O delegado informou que Cláudio Atala foi atingido com golpes, com número superior a 40, após acordar com o furto.
A vítima Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio também foi assassinada, ainda que estivesse sonolenta devido ao medicamento. A diarista relatou ouvir vozes que a orientavam a cometer o crime e acrescentou que trocou de roupas durante a fuga.
Conforme o depoimento, a diarista limpou o local, vestiu roupas das vítimas, lavou a faca utilizada e deixou o apartamento levando dinheiro, joias e relógios. O caso segue em investigação para esclarecer todos os detalhes e possíveis ligações com dívidas e jogos de azar.
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