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Bebê acorda após 5 horas no necrotério; estado de saúde é revelado

Caso expõe erro médico após bebê ser declarado morto e acordar no necrotério cinco horas depois, com recuperação em curso

Bebê acordou cinco horas após médico declarar que ele havia partido
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  • O bebê Vicent Lorenzo Fiordilino acordou cinco horas e meia após ter sido declarado morto no Mercy Gilbert Medical Center, em Gilbert, Arizona, nos Estados Unidos, no dia oito de fevereiro.
  • Ele havia se afogado na piscina da mansão da família de quatro milhões de reais, onde os pais estavam assistindo ao Super Bowl. A mãe e o pai teriam usado maconha algumas horas antes.
  • Vicent foi levado de helicóptero ao Phoenix Children’s Hospital para receber tratamento, após ter sido inicialmente declarado morto às dezoito horas e vinte minutos do mesmo dia.
  • A avó materna informou que uma ressonância revelou ausência de lesões cerebrais, apenas uma pequena área de contusão; os médicos classificam a recuperação como milagre e preveem evolução lenta, com terapia intensiva e acompanhamento.
  • A polícia aponta erro médico do Dr. Aryan Toosi ao declarar a morte; os pais foram acusados de maus-tratos por uso de maconha antes do acidente, e a promotoria avaliará as acusações.

O bebê Vincent Lorenzo Fiordilino foi declarado morto pelo médico às 18h20 do dia 8 de fevereiro, no Mercy Gilbert Medical Center, em Gilbert, Arizona, nos EUA. Cerca de cinco horas depois, ele foi encontrado respirando no necrotério do mesmo hospital. O atendimento emergencial seguiu com transporte aerial para o Phoenix Children’s Hospital para continuidade dos cuidados. A família estava presente no momento do incidente.

Vincent tinha um ano e meio quando se afogou na piscina da mansão onde a família reside. Os pais, Alexus e Angelo Fiordilino, estavam assistindo à final do Super Bowl e teriam consumido maconha algumas horas antes do ocorrido. O bebê foi retirado da água pela mãe e submetido a manobras de ressuscitação. O caso ganhou repercussão após o desfecho no necrotério.

A polícia apontou falha médica envolvendo o Dr. Aryan Toosi, responsável pela declaração de óbito. Segundo o relatório, uma enfermeira teria sinalizado pulsação ao perceber que o bebê ainda respirava, enquanto o médico avaliava o quadro. A equipe médica pediu a interrupção das manobras, com a declaração formal de óbito em seguida, segundo depoimentos colhidos pela investigação. Não há atualização sobre medidas disciplinares aplicadas ao médico até o momento.

A avó materna, Yaleen Perez, divulgou que uma ressonância de 12 de fevereiro não indicou lesões cerebrais graves; houve apenas uma área de contusão leve. Os médicos estimam recuperação possível com terapia intensiva e acompanhamento contínuo. A família iniciou uma campanha de arrecadação para auxiliar no tratamento, já que o cuidado envolve diversos cuidados médicos.

A prefeitura de Gilbert e o hospital afirmaram que realizaram avaliações detalhadas do atendimento para melhorar a qualidade dos cuidados. O porta-voz ressaltou que a privacidade do paciente é prioridade e que há compromisso com a segurança do paciente. O estado de saúde atual de Vincent não foi divulgado pelas autoridades.

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