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Chris Brown indenizará empregada em R$ 67 milhões após ataque de cão

Chris Brown é condenado a pagar US$ 12,9 milhões à ex-empregada Maria Avila por ataque de cão na Califórnia; empresa e familiares recebem indenizações

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  • Chris Brown foi condenado a pagar US$ 12,9 milhões (cerca de R$ 67,6 milhões) à ex-funcionária Maria Avila, vítima de ataque de um cão na Califórnia, em dezembro de 2020.
  • A justiça considerou Brown e a empresa Black Pyramid responsáveis por negligência no caso.
  • A ação, movida em 2021, pedia US$ 71 milhões (R$ 370 milhões) em indenização, por alegados ferimentos violentos e brutais.
  • Além da indenização principal, o júri determinou valores adicionais a dois familiares que trabalhavam no local: o marido de Maria recebeu US$ 50 mil e a irmã, US$ 885 mil.
  • Durante o processo, Brown reconheceu parte da negligência, mas contestou a gravidade dos ferimentos e disse que o animal não era seu pet, sendo mantido pela equipe de segurança como cão de guarda.

O cantor Chris Brown, 37, foi condenado pela Justiça dos EUA a pagar US$ 12,9 milhões (R$ 67,6 milhões) à ex-empregada Maria Avila. O episódio envolveu um ataque de cachorro na residência do artista, na Califórnia, em dezembro de 2020.

A ação foi movida em 2021, com Maria buscando US$ 71 milhões (R$ 370 milhões) em indenização, após alegar ferimentos graves durante o serviço doméstico. O caso chegou a julgamento apenas neste ano.

Além da indenização principal, o júri determinou pagamentos a dois familiares que estavam no local na ocasião. O marido de Maria receberá US$ 50 mil (R$ 260 mil) e a irmã, US$ 885 mil (R$ 4,6 milhões).

Durante o processo, Brown reconheceu uma parcela de negligência, mas contestou a gravidade dos ferimentos e disse que a funcionária teria contribuído para o ataque. Segundo a defesa, o cão não era animal de estimação do cantor.

Segundo a acusação, Maria foi atacada repentinamente enquanto descartava lixo, recebendo mordidas no rosto, braços e corpo. Ela ficou no chão, temendo pela vida, até que o animal fosse retirado.

A defesa argumentou que a ex-funcionária provocou voluntariamente o cão e maltratou o animal, afirmando que ela assumiu o risco ao entrar no local onde havia cães agressivos.

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