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Delegado afirma que diarista não tomou calmante e vê crime premeditado

Polícia afirma que diarista não tinha calmante no sangue, sugerindo crime premeditado para dopar e subtrair bens do casal

Delegado diz que diarista não tomou calmante e vê crime premeditado
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  • A perícia da Polícia Civil de Minas Gerais não encontrou vestígios de clonazepam no sangue nem na urina da diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos.
  • O delegado Gustavo Barletta afirma que o laudo reforça a hipótese de dopar as vítimas antes do latrocínio; Paola disse ter ingerido o remédio, mas o exame não confirmou.
  • O laudo toxicológico das vítimas detectou clonazepam no sangue de ambas, corroborando a versão de dopagem.
  • O motorista que transportou Paola após o crime foi identificado, prestou depoimento e foi descartado como suspeito.
  • Parte dos bens roubados já foi recuperada, incluindo relógios, cordões e dinheiro; Paola teve prisão preventiva decretada e continua detida.

A perícia da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) não encontrou vestígios de clonazepam no sangue nem na urina da diarista Paola Stefany Neto Cirino, 30 anos, presa sob suspeita de homicídio contra o advogado Cláudio Atala Inácio, 75, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, 76. A investigação aponta que o medicamento foi levado ao apartamento para dopar as vítimas antes do latrocínio.

O delegado Gustavo Barletta, responsável pelo caso, informou que Paola alegou ter ingerido clonazepam, mas o laudo não confirmou essa versão. Segundo Barletta, a análise indica que a diarista planejou o crime para subtrair bens da residência.

A polícia confirmou ainda que o laudo toxicológico das vítimas detectou clonazepam no sangue de ambos, reforçando a hipótese de dopagem prévia ao assassinato. A revelação sustenta a versão de crime premeditado.

Motorista da fuga

O motorista que transportou Paola após o crime foi identificado, prestou depoimento e foi descartado como suspeito. Ele realizou apenas uma corrida após ser abordado pela diarista.

Não há indícios de participação dele no latrocínio. A investigação segue para esclarecer a dinâmica do crime e apurar eventual envolvimento de outras pessoas na venda dos objetos.

Bens recuperados e situação atual

Parte dos bens roubados já foi devolvida à família, incluindo relógios, cordões e dinheiro em espécie. Os investigadores trabalham para localizar o restante do material subtraído.

Paola enfrenta prisão preventiva decretada em audiência de custódia. O monitoramento permanece indefinido, conforme a determinação judicial, enquanto avançam as apurações sobre a atuação de terceiros.

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