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Diarista suspeita de matar casal a facadas em BH tem prisão em preventiva

Justiça mantém prisão preventiva de diarista suspeita de matar casal em Belo Horizonte; laudos não indicam uso de remédios nem patologia psiquiátrica, investigação continua

De acordo com depoimentos de familiares da própria suspeita, ela enfrentava uma grave crise financeira e acumulava dívidas com agiotas
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  • A prisão da diarista Paola Stephany Neto Cirino, de 30 anos, foi convertida em prisão preventiva pela Justiça de Minas Gerais, mantendo-­a em regime fechado para investigação.
  • Paola é suspeita de matar o casal Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e Maria Clotilde, de 76, a facadas no apartamento no bairro São Pedro, em Belo Horizonte.
  • Laudos de sangue e urina não apontaram uso de remédios psiquiátricos ou entorpecentes; não há relatório médico que comprove incapacidade da investigada.
  • A defesa não apresentou documento médico que comprove patologia psiquiátrica; o processo não correrá em segredo de justiça.
  • Câmeras registraram Paola no local no primeiro dia de trabalho; há suspeita de possível ajuda de outra pessoa para cometer o crime, ainda sob apuração pela Polícia Civil.

A Justiça de Minas Gerais converteu a prisão preventiva da diarista Paola Stephany Neto Cirino, 30 anos, em regime fechado. Ela é suspeita de matar o casal Cláudio Atala Inácio, 75, e Maria Clotilde, 76, a facadas no apartamento deles, no bairro São Pedro, em Belo Horizonte. A audiência ocorreu na tarde de sexta-feira (03).

Laudos de sangue e urina não apontaram uso de remédios psiquiátricos ou entorpecentes. Não houve criação de relatório médico que comprove patologia psiquiátrica ou incapacidade de entender o caráter ilícito do crime, segundo a juíza Juliana Beretta Kirche Ferreira Pinto.

Os corpos foram encontrados no dia 30 de junho. Câmeras registraram Paola entrando e saindo do prédio, com roupas diferentes. Ela foi presa em Itabira, na região central de Minas, na madrugada de 2 de julho, com o filho de seis anos.

Detalhes do caso

A Polícia Civil investiga se Paola teve auxílio de outra pessoa para cometer o crime. Dias após a prisão, a defesa pediu ampla defesa e ressalvou o compromisso com due process.

Conduta durante a investigação

O processo não correrá em segredo de justiça. Ainda não há conclusão sobre motivação ou autoria principal, segundo as informações oficiais disponíveis até o momento. A polícia segue levantando evidências e depoimentos para esclarecer o caso.

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