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Laqueadura no SUS reduz fila no RS e amplia autonomia das mulheres

Fila para laqueadura no RS recua 59%, de 329 para 136 dias, com fim da exigência de consentimento do cônjuge, fortalecendo autonomia reprodutiva feminina

Foto: Divulgação / Porto Alegre 24 horas
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  • A fila de laqueadura tubária no Rio Grande do Sul caiu de 329 dias, em dezembro de 2024, para 136 dias, em maio de 2026, uma redução de cerca de 59%.
  • O atendimento no SUS ficou mais rápido após a desburocratização, com foco em acesso e eficiência.
  • A legislação brasileira passou a não exigir consentimento do cônjuge para a realização do procedimento, fortalecendo a autonomia das mulheres.
  • A SES e o TelessaúdeRS redesenharam o fluxo de regulação para tornar o atendimento ginecológico mais ágil e digno.
  • O governo estadual acompanha indicadores de acesso ao planejamento reprodutivo para consolidar avanços e reduzir desigualdades no atendimento às cidadãs gaúchas.

O Rio Grande do Sul tem feito avanços significativos no acesso à laqueadura tubária pelo SUS, com desburocratização e atendimento mais ágil. O tempo de espera por consulta especializada caiu de mais de dez meses para cerca de quatro meses e meio. Em maio de 2026, o tempo ficou em 136 dias.

A mudança impacta a garantia dos direitos reprodutivos das mulheres. A redução do tempo de fila acompanha mudanças legais que fortalecem a autonomia sobre o próprio corpo. Atualmente, não é mais exigida a autorização do cônjuge para a realização do procedimento.

A reestruturação da fila é conduzida pela Secretaria da Saúde (SES) em parceria com o TelessaúdeRS. O fluxo regula etapas com foco na decisão informada sobre fertilidade e na dignidade no atendimento de ginecologia no estado.

Contexto legal e institucional

A legislação brasileira proibiu a exigência de consentimento do companheiro para laqueadura. A medida moderniza o atendimento e desvincula o planejamento familiar de validações externas, promovendo autonomia feminina.

Resultados para as pacientes

A nova organização do fluxo busca reduzir desigualdades no acesso à saúde reprodutiva. Indicadores de acesso são acompanhados pelo governo estadual para garantir continuidade da política pública. O objetivo é ampliar o acolhimento no SUS em todo o estado.

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