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PF prende quadrilha suspeita de lavar R$ 10 bi do tráfico internacional

PF deflagra Operação Exchange contra quadrilha que lavava recursos do tráfico internacional, com movimentação superior a R$ 10 bilhões e sequestro de até R$ 10,4 bilhões

Operação Exchange mira grupo que movimentava quantias por meio de sistema financeiro estruturado
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  • PF deflagrou a Operação Exchange para desarticular quadrilha suspeita de lavar dinheiro originado do tráfico internacional de drogas.
  • Mais de cinquenta policiais cumprem onze mandados de prisão temporária e treze de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Praia Grande e Santana de Parnaíba.
  • Investigação indica uso de sistema estruturado para movimentação de recursos, com transferências de criptoativos, transporte de valores e operações bancárias de alto valor.
  • Movimentações identificadas passam de R$ 10 bilhões; houve sequestro de bens, valores e criptoativos até R$ 10,4 bilhões.
  • Os investigados devem responder, inicialmente, por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira a Operação Exchange, visando desarticular uma quadrilha acusada de lavagem de dinheiro ligada ao tráfico internacional de drogas. A ação envolve o uso de um sistema estruturado para transferências ilícitas de criptoativos, transporte de valores e operações bancárias de alto valor.

Os investigadores indicam movimentações superiores a 10 bilhões de reais ao longo do esquema. Ao todo, são cumpridos 11 mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão em São Paulo e cidades litorâneas do estado, segundo a Justiça Federal.

A operação ocorre com o apoio de mais de 50 policiais federais e foi autorizada pela 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo. Os endereços atingidos ficam na capital paulista, Santos, Praia Grande e Santana de Parnaíba.

Mandados e localizações

As medidas visam interromper a atuação da organização, que atuaria entre pessoas físicas e jurídicas. Também foi determinado o sequestro de bens, valores e criptoativos até o teto de 10,4 bilhões de reais.

Os investigados devem responder, inicialmente, pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As apurações seguem para confirmar a origem dos recursos e o grau de participação de cada envolvido.

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