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Polícia descarta envolvimento de homem morto pela Rota em atentado contra tenente em SP

Polícia descarta ligação entre homem morto pela Rota e atentado contra o tenente Ronickson Pimentel; dois suspeitos presos seguem foragidos

Ronickson Pimentel permanece internado na UTI do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André
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  • A polícia descartou que o homem morto pela Rota na zona leste de São Paulo tenha participação no atentado contra o tenente Ronickson Pimentel.
  • O caso começou com uma denúncia sobre possível relação de um suspeito com o crime; a ocorrência ocorreu em Guaianases e terminou com o suspeito morto após troca de tiros com policiais.
  • A Secretaria da Segurança Pública informou que o suspeito não possuía ligação com a tentativa de homicídio contra o tenente e que o caso é investigado pelo DHPP, com apoio da PM.
  • Ronickson Pimentel foi alvo de disparos enquanto estava à paisana em um semáforo em São Caetano do Sul, no último sábado; ele segue internado na UTI do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.
  • Dois suspeitos, de 40 e 52 anos, foram presos temporariamente por prestar apoio logístico; os autores dos disparos continuam foragidos; o veículo Renault Logan branco utilizado circulava desde fevereiro.

A polícia descartou a participação de um homem morto pela Rota no atentado contra o tenente Ronickson Pimentel, ocorrido em São Paulo. A confirmação veio após investigação inicial na região de Guaianases, na zona leste, onde houve enfrentamento com a equipe da PM. A troca de tiros resultou na morte do suspeito.

Dois homens, com 40 e 52 anos, foram presos temporariamente por participação na logística dos disparos. Eles foram detidos no domingo, dias após o ataque contra o tenente, que aconteceu no sábado em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Os agentes seguem apurando o envolvimento de terceiros.

O atentado contra o tenente

Ronickson Pimentel estava à paisana em um semáforo quando foi atingido por dois atiradores em dupla, que fugiram em uma motocicleta. O policial foi socorrido por helicóptero e permanece na UTI do Hospital Mário Covas, em Santo André. As informações apontam que o ataque teve planejamento prévio.

Investigações e veículos usados

A SSP-SP confirmou que o homem morto no enfrentamento não era o autor dos disparos. O caso é investigado pelo DHPP, com apoio da PM, para esclarecer a cadeia de comando e logística do crime. Um Renault Logan branco, utilizado pelos criminosos, circulou por São Caetano desde fevereiro, segundo o DHPP.

Monitoramento e apuração de autoridades

A investigação aponta que um dos suspeitos monitorava a residência do policial cerca de três meses antes do atentado. A SSP informou que o caso segue sob investigação, com coordenação entre a Polícia Civil e a PM. O objetivo é esclarecer a participação de outras pessoas e a motivação do crime.

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