- A Linha Sul do Metrô do Recife voltou a operar nesta sexta-feira, três de junho, após ficar interrompida por cerca de quinze horas devido a uma pane na rede aérea.
- O serviço foi normalizado por volta das seis da manhã, após reparos entre as estações Porta Larga e Prazeres.
- A Linha Centro também passou a operar normalmente desde o início da manhã.
- A interrupção começou na quinta-feira, às quinze horas e vinte minutos, quando a pane elétrica suspendeu toda a circulação.
- A CBTU informou que houve falhas recorrentes na região e que novas composições estão chegando para reforçar a frota, com o primeiro trem seminovo já em fase de montagem.
O ramal Sul do Metrô do Recife voltou a operar no início desta sexta-feira, 3 de junho, após cerca de 15 horas sem circulação. A suspensão ocorreu por falha na rede aérea, segundo a CBTU.
O serviço foi normalizado por volta das 6h, após reparos entre as estações Porta Larga e Prazeres terem sido concluídos. A interrupção afetou milhares de passageiros.
Durante o período de manutenções, todas as estações do trecho permaneceram fechadas, e a CBTU não divulgou previsão inicial de retorno.
Na quinta-feira, às 15h20, a pane na rede elétrica interrompeu totalmente a circulação da Linha Sul, interrompendo viagens do ramal. Em seguida, equipes técnicas atuaram no local.
A paralisação deste mês se soma a falhas recentes na malha, que vêm ocorrendo nas últimas semanas na região metropolitana do Recife.
Retomada e frota
Na segunda-feira anterior, a Linha Sul já havia ficado sem operação por falta de trens disponíveis, com cinco das sete composições em manutenção.
A CBTU informou que a operação foi retomada no dia seguinte, após a disponibilidade de trens e reorganização da frota. Não houve confirmação de novos horários de pico.
Ainda sobre a frota, a CBTU aguarda a entrada de novos trens seminovos comprados junto ao Metrô de Belo Horizonte. O primeiro chegou em maio, mas não começou a transportar passageiros.
O trem adquirido tem 24 anos de fabricação e não possui sistema de ar-condicionado. O custo do conjunto foi de cerca de R$ 10 milhões.
A empresa informou que a transferência de outras cinco unidades deve ampliar para 11 o número de composições mineiras que reforçarão a frota do sistema. A novidade depende de montagem, testes e regularização documental.
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