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Suspeito de atentado contra irmão de Eloá é morto pela Rota

Elenilson Misael da Silva, o Galego, é morto pela Rota em Peruíbe; seria envolvido no atentado contra o tenente Ronickson, irmão de Eloá

Imagem colorida mostra tenente irmão de Eloá baleado
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  • Elenilson Misael da Silva, conhecido como “Galego”, morreu em confronto com a Rota em Peruíbe, no litoral paulista, na noite de quinta-feira (2/7).
  • Ele é apontado pela Polícia Civil como integrante de uma organização criminosa e suspeito de envolvimento no atentado contra o tenente da PM Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel.
  • Este é o segundo suspeito morto no caso; na manhã de quarta-feira (1/7), outro homem morreu em troca de tiros com a PM na região de Guaianases, zona leste de São Paulo.
  • A Polícia Militar afirma que uma denúncia levou à localização do suspeito, que teria reagido à abordagem, iniciando o confronto.
  • A operação segue em atualização.

O caso envolve a investigação de um atentado contra um tenente da Rota, cuja autoría ainda é apurada. Elenilson Misael da Silva, conhecido como Galego, morreu em confronto com policiais da Rota em Peruíbe, no litoral de São Paulo, na noite de quinta-feira, 2 de julho. A Polícia Civil o aponta como integrante de organização criminosa e suspeito de participação no ataque ao tenente Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel, assassinada em 2008.

Este é o segundo suspeito morto no episódio até o momento. Na manhã de 1º de julho, um outro homem também morreu após troca de tiros com agentes da Polícia Militar na região de Guaianases, zona leste de São Paulo. A participação dele no atentado ainda será apurada pela polícia.

Segundo a PM, a investigação começou após uma denúncia sobre a possível participação do suspeito no atentado contra o oficial, baleado na cabeça no sábado, 27 de junho, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Durante a apuração, os agentes localizaram o homem e houve resistência que gatilhou o confronto.

A dinâmica do caso segue sob escrutínio da Polícia Civil, que vai consolidar dados, identificar envolvidos adicionais e esclarecer motivações. Não há informações divulgadas sobre prisões ou flagrantes subsequentes até o momento.

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