- Em Surubim, Pernambuco, policiales prenderam em flagrante um homem responsável por adulterar e comercializar água mineral; a ação ocorreu na quarta-feira, 2 de junho, e resultou na interdição do estabelecimento.
- Garrafões eram preenchidos com água de um poço artesiano e lacres fiscais falsificados, sendo vendidos como se fossem de marcas conhecidas.
- O responsável foi autuado com base no artigo 272 do Código Penal, que trata de falsificação, adulteração ou alteração de produtos destinados ao consumo.
- A Polícia Civil continuará investigando para entender a dimensão do esquema e se houve distribuição para outros municípios da região.
- Paralelamente, a Anvisa recalls de água mineral Crystal, lote LZ1 VAL200127 3 P 200126, com presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, afetando cerca de 374 mil garrafas de 500 ml.
Após fiscalização conjunta em Surubim (PE), um homem foi preso em flagrante por comandar esquema de adulteração e venda irregular de água mineral. A operação, realizada na quarta-feira, 2 de junho, resultou na interdição do estabelecimento onde a fraude era praticada.
A ação contou com a Polícia Civil, pela Delegacia de Surubim (116ª Circunscrição), o 22º Batalhão da Polícia Militar, a Vigilância Sanitária, a Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria da Fazenda do município. Durante a inspeção, garrafões foram encontrados cheios com água retirada de um poço artesiano e lacres fiscais falsificados aplicados para simular marcas reais.
Segundo as autoridades, as garrafas exibiam marcas legítimas, mas o conteúdo não tinha relação com os fabricantes originais, configurando fraude que coloca em risco a saúde pública. O responsável foi autuado com base no artigo 272 do Código Penal, por falsificação e adulteração de produtos alimentícios.
A Polícia Civil continuará as investigações para mapear a extensão do esquema, apurar a duração da prática e verificar se galões adulterados chegaram a outros municípios da região.
Alerta sanitário envolve lote de água mineral no Brasil
A Anvisa anunciou o recolhimento de um lote da água mineral Crystal no início de junho, após detecção de Pseudomonas aeruginosa. A venda, distribuição e uso do lote foram suspensos até as investigações serem concluídas.
O lote envolve a identificação LZ1 VAL200127 3 P 200126, produzido pela Mineração Bom Jesus, em Luziânia (GO). Aproximadamente 374 mil garrafas de 500 ml integram o lote. Os produtos foram distribuídos para o Distrito Federal, Goiás, Tocantins e interior de São Paulo.
O recolhimento decorre de análise de rotina do Lacen-DF, que confirmou a presença da bactéria nas amostras coletadas. Uma contraprova confirmou o resultado, levando às medidas preventivas das autoridades sanitárias.
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