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Criança de 9 anos sofreu acidente com a mesma equipe antes da queda de jovem sem corda SP

Menino de nove anos sofre falha no freio de corda da mesma equipe, meses antes da morte de Maria Eduarda de Freitas na Ponte do Esqueleto, Limeira

Criança de 9 anos sofreu acidente com mesma equipe 3 meses antes de queda fatal de jovem sem corda em SP — Foto: Reprodução/TV Globo
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  • Em março, falha no sistema de debreagem (freio da corda) quase tirou a vida de uma criança de nove anos durante salto do grupo clandestino Entre Cordas, na Ponte do Esqueleto, em Limeira.
  • O menino e uma menina de sete estavam gravando vídeo quando ocorreu o acidente; quem relatou foi Luis Gustavo, integrante da equipe.
  • O pai da criança, também funcionário do grupo, acompanhou o salto e prestou depoimento à polícia.
  • Em 13 de junho, ocorreu a queda fatal de Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, sem a corda de proteção; vídeo de celular da vítima mostra que ela foi lançada sem o equipamento.
  • O inquérito concluído nesta semana manteve quatro pessoas presas e aponta o envolvimento da mesma organização nos incidentes, incluindo o acidente anterior e a morte da jovem.

O grupo de rope jump clandestino Entre Cordas, em Limeira, interior de São Paulo, esteve envolvido em dois acidentes graves. Em março, um menino de 9 anos ficou ferido após falha no freio da corda durante uma gravação. O episódio ocorreu na Ponte do Esqueleto.

O pai do menor também fazia parte da equipe e acompanhou o salto, que aconteceu durante a gravação de um vídeo. O relato indica que o menino caiu após o impulso do grupo, enquanto o amigo de 7 anos permaneceu próximo ao local.

Luis Gustavo, trabalhador da equipe, saltou no mesmo instante que o menino e relatou o momento da queda à polícia. Ele descreveu a reação dos presentes e afirmou que não houve tempo de evitar o acidente.

No mesmo local, pouco mais tarde, houve um segundo episódio durante a continuidade da atividade. Em 13 de junho, Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, foi lançada sem a corda de proteção e não resistiu aos ferimentos. Um vídeo gravado pela própria vítima comprova a ausência do equipamento.

A investigação aponta que quatro pessoas ficaram presas após o acidente fatal. As apurações continuam para determinar responsabilidades e medidas de segurança. O caso revelou falhas estruturais e de supervisão em atividades de alto risco.

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