- A polícia prendeu o homem apontado como mentor do latrocínio que tirou a vida do caminhoneiro André Luis Stein, de 36 anos, em Cruz Alta.
- O crime ocorreu em maio deste ano, após a vítima ter sido atraída a Cruz Alta por meio de uma falsa negociação e morta a tiros.
- O suspeito, de 24 anos, já estava recolhido no Presídio Estadual de Cruz Alta por envolvimento em um homicídio em 2021; durante diligências, foi apreendido um telefone celular usado na época do crime.
- A investigação já havia resultado na deflagração da Operação Tijucas, em 18 de junho, quando quatro suspeitos foram detidos (dois adultos e dois adolescentes).
- O inquérito continua em andamento para esclarecer completamente o caso.
A Polícia Civil prendeu um suspeito apontado como mentor do latrocínio que matou o caminhoneiro André Luis Stein, de 36 anos, em Cruz Alta. O crime ocorreu em maio deste ano, quando a vítima foi atraída por meio de uma falsa negociação e acabou assassinada a tiros na cidade.
O detido tem 24 anos e já cumpria pena no Presídio Estadual de Cruz Alta por envolvimento em um homicídio registrado em 2021. Durante diligências na unidade, com apoio do Grupo de Intervenção da Polícia Penal, os agentes apreenderam um celular que, segundo a investigação, foi utilizado pelo homem no período do crime.
A investigação liderada pela Polícia Civil já havia resultado na deflagração da Operação Tijucas, em 18 de junho, quando quatro suspeitos foram detidos, incluindo dois adultos e dois adolescentes. As provas reunidas até o momento indicam o envolvimento do grupo no planejamento e na execução do latrocínio. O inquérito continua em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso.
Avanços das investigações
Segundo a Draco, as evidências apontam que o suspeito respondia por orientar a ação criminosa e coordenar a participação de outros envolvidos. O seu recolhimento no presídio e a apreensão do celular reforçam o conjunto de provas em curso.
Contexto do caso
As autoridades não informam motivação específica, apenas destacam que o crime envolveu o planejamento para subtrair bens da vítima durante a execução do latrocínio. Com o andamento do inquérito, as autoridades devem detalhar as responsabilidades de cada suspeito e eventuais novas prisões.
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