- O cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano entrou em vigor às 18h de quinta-feira (16), no horário de Brasília, com o objetivo de pôr fim aos combates com o Hezbollah.
- Momentos após o início, o horizonte de Beirute foi tomado por fogos de artifício; poucas horas depois, o exército libanês acusou Israel de violar o acordo ao cometer “uma série de atos de agressão”.
- O vice-presidente dos EUA, JD Vance, atuou na intermediação do cessar-fogo, segundo uma autoridade, pressionando Israel a ser mais cauteloso no Líbano.
- Uma reunião virtual liderada pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e pelo presidente francês, Emmanuel Macron, está marcada para sexta-feira (17) para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz e o apoio ao cessar-fogo.
- O Irã continua com milhares de mísseis e drones de ataque, mesmo após ações de bombardeio dos EUA e de Israel contra ativos militares iranianos.
O cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano entrou em vigor às 18h de Brasília, desta quinta-feira (16). O acordo visa pôr fim aos combates entre Israel e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. A trégua busca reduzir as hostilidades na região.
Poucas horas após o início, fogos de artifício iluminaram o horizonte de Beirute, em celebração. Mais tarde, o exército libanês acusou Israel de violar o acordo ao realizar “atos de agressão”, segundo informações divulgadas pela imprensa.
Reações e esclarecimentos
A CNN confirmou contato com o exército israelense para obter posicionamento sobre as acusações do Líbano. O contexto envolve tensões históricas na guerra entre EUA e Irã, com o Hezbollah como elemento central.
Papel dos EUA na mediação
Segundo uma autoridade norte-americana, o vice-presidente JD Vance teve papel ativo na intermediação do cessar-fogo. A interlocução foi associada à pressão para evitar novas perdas de vidas no Líbano.
Preparativos diplomáticos internacionais
Líderes britânicos e franceses, Keir Starmer e Emmanuel Macron, vão conduzir uma reunião virtual na sexta (17) para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz. A cúpula envolve a formação de uma missão internacional defensiva.
Objetivo da missão e segurança marítima
A missão internacional buscará facilitar a reabertura do estreito e a segurança das rotas de navegação, com apoio à Organização Marítima Internacional. A atuação ocorrerá quando as condições permitirem.
Situação do arsenal iraniano
Um alto funcionário militar dos EUA afirmou que o Irã mantém milhares de mísseis e drones de ataque, ainda com capacidade de alcançar forças americanas e aliadas, mesmo após ações para bombardear ativos de Teerã.
*(Conteúdo com informações de correspondentes da CNN)*
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