Manifestantes se reuniram em Tel Aviv nesta terça-feira, 14 de novembro de 2024, para exigir a libertação de todos os reféns mantidos pelo Hamas. Os protestos ocorreram em Begin Gate, onde os participantes bloquearam o trânsito e clamaram: “Não haverá vitória sem o último refém”. Cartazes com fotos dos reféns e mensagens como “Parem a […]
Manifestantes se reuniram em Tel Aviv nesta terça-feira, 14 de novembro de 2024, para exigir a libertação de todos os reféns mantidos pelo Hamas. Os protestos ocorreram em Begin Gate, onde os participantes bloquearam o trânsito e clamaram: “Não haverá vitória sem o último refém”. Cartazes com fotos dos reféns e mensagens como “Parem a guerra sangrenta” foram exibidos, refletindo a urgência da situação. O evento foi organizado pelo Fórum de Reféns e Famílias Desaparecidas.
O grupo informou que alguns de seus representantes se encontraram com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Jerusalém. Sharon Sharabi, irmão de dois reféns, destacou que “o tempo se esgotando para todos os nossos reféns que foram mantidos em cativeiro pelo Hamas durante mais de 15 meses”. A esposa de um refém, Lishay Lavi Miran, enfatizou que “não vamos parar até que o último seja devolvido”, exigindo acordos imediatos para a libertação.
Atualmente, o Hamas mantém 94 reféns capturados em 7 de outubro de 2023, com pelo menos 34 já confirmados mortos, segundo o governo israelense. Além disso, o grupo ainda detém quatro reféns desde 2014, dos quais dois estão mortos. Autoridades israelenses esperam que o Hamas libere 33 reféns na primeira fase de um acordo que está sendo negociado.
Gil Dickmann, primo de um refém falecido, expressou preocupação com a falta de um acordo após 465 dias desde o início do conflito. Ele afirmou: “Não queremos deixar ninguém para trás nem ouvir falar de mais reféns sendo assassinados no cativeiro”, ressaltando a necessidade urgente de uma solução para a crise humanitária.
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