Nesta quarta-feira, 15 de janeiro de 2024, a Rússia lançou uma nova ofensiva contra a Ucrânia, utilizando mais de 40 mísseis e 70 drones. O ataque ocorreu um dia após o maior bombardeio aéreo desde o início do conflito, com foco na infraestrutura energética do país, em meio ao rigoroso inverno do Hemisfério Norte. O […]
Nesta quarta-feira, 15 de janeiro de 2024, a Rússia lançou uma nova ofensiva contra a Ucrânia, utilizando mais de 40 mísseis e 70 drones. O ataque ocorreu um dia após o maior bombardeio aéreo desde o início do conflito, com foco na infraestrutura energética do país, em meio ao rigoroso inverno do Hemisfério Norte. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou que as defesas aéreas conseguiram interceptar pelo menos 30 mísseis.
Zelensky destacou em uma publicação no X, antigo Twitter, que o alvo das forças russas permanece inalterado: “nossa infraestrutura de energia”. Ele mencionou que as instalações de gás e energia são essenciais para a vida cotidiana dos ucranianos. A capital, Kiev, também foi atingida, levando centenas de moradores a se abrigarem em estações de metrô, onde improvisaram camas com tapetes de ioga e cadeiras dobráveis.
Na região de Lviv, duas instalações de energia foram danificadas, conforme relatou o governador local. Em Ivano-Frankivsk, as defesas aéreas interceptaram ataques, e não houve relatos de feridos. O gás natural é crucial para o aquecimento e a cozinha dos ucranianos, especialmente durante o inverno, quando a demanda supera a produção diária.
Desde março de 2024, a Rússia intensificou os bombardeios ao setor energético da Ucrânia, reduzindo pela metade a capacidade de geração de eletricidade e causando apagões prolongados. Em resposta, cidades e empresas começaram a instalar fontes alternativas de energia, como painéis solares e geradores. Durante uma visita à Polônia, Zelensky reiterou a necessidade de apoio ocidental para fortalecer as defesas aéreas do país.
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