O presidente Donald Trump anunciou uma série de medidas em seu discurso de posse, destacando a intenção de reverter políticas de seu antecessor, Joe Biden. Trump afirmou que pretende assinar cerca de 100 ordens executivas, enfatizando a restauração da “integridade, competência e lealdade” do governo americano. A Casa Branca prometeu uma lista abrangente de ações […]
O presidente Donald Trump anunciou uma série de medidas em seu discurso de posse, destacando a intenção de reverter políticas de seu antecessor, Joe Biden. Trump afirmou que pretende assinar cerca de 100 ordens executivas, enfatizando a restauração da “integridade, competência e lealdade” do governo americano. A Casa Branca prometeu uma lista abrangente de ações para revogar as ordens de Biden, com Trump declarando que essas iniciativas iniciarão uma “revolução do bom senso”.
Entre as principais ações, Trump planeja implementar tarifas comerciais e convocar agências federais para revisar a relação comercial dos EUA com China, Canadá e México. Ele anunciou a criação de um Serviço de Receita Externa para coletar tarifas, visando aumentar a receita do Tesouro. Além disso, o presidente direcionou seu gabinete a combater a inflação recorde e a reduzir o custo de vida, prometendo medidas emergenciais.
Na área de imigração, Trump pretende assinar dez ordens executivas que incluem a declaração de uma emergência nacional na fronteira sul e o envio de tropas para reforçar a segurança. Ele também planeja deportar imigrantes criminosos e suspender o reassentamento de refugiados por seis meses, além de buscar acabar com a cidadania automática por nascimento para filhos de imigrantes ilegais.
Em relação à energia, Trump invocará poderes de emergência para aumentar a produção doméstica, incluindo a abertura de novas áreas para exploração de petróleo e gás. Ele planeja revogar regulamentações ambientais e retirar os EUA do Acordo de Paris. No campo social, Trump propôs que apenas dois gêneros sejam reconhecidos oficialmente e pretende interromper iniciativas de diversidade no governo federal.
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