A newsletter “Guga Chacra, de Beirute a NY”, do colunista Guga Chacra, responde semanalmente a perguntas dos leitores sobre temas atuais. Para participar, os interessados podem enviar suas perguntas para gugachacra@oglobo.com.br e se inscrever para receber a newsletter no site do jornal. Em uma das edições, Chacra explicou a divisão sectária do parlamento libanês, que […]
A newsletter “Guga Chacra, de Beirute a NY”, do colunista Guga Chacra, responde semanalmente a perguntas dos leitores sobre temas atuais. Para participar, os interessados podem enviar suas perguntas para gugachacra@oglobo.com.br e se inscrever para receber a newsletter no site do jornal. Em uma das edições, Chacra explicou a divisão sectária do parlamento libanês, que é composto por metade de representantes cristãos, de diversas denominações, e metade muçulmanos, de diferentes correntes. Todos os libaneses têm uma religião oficial registrada na certidão de nascimento, e, caso sejam ateus, a religião da família é indicada, seguindo a linha paterna.
Chacra também abordou a situação em Gaza, onde Israel restringe a entrada de jornalistas. Apesar disso, repórteres palestinos têm compartilhado vídeos e relatos nas redes sociais, permitindo que o público tenha uma visão da devastação causada pelos bombardeios israelenses após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023. Após 15 meses de conflito, um cessar-fogo foi finalmente alcançado, mas a destruição em Gaza é alarmante, com cerca de 45 mil mortos e a maioria das edificações arrasadas. A reconstrução pode levar anos, mesmo com ajuda internacional.
O colunista destacou que sua compreensão da situação em Gaza se aprofundou ao assistir ao filme “From Ground Zero”, que reúne 22 curtas-metragens de diferentes diretores. Ele relatou ter sido profundamente impactado pelas histórias e imagens apresentadas, afirmando que muitos defensores da guerra podem não ter noção da extensão da devastação. Chacra recordou sua visita a Gaza após o cessar-fogo de 2009, ressaltando que a destruição atual é incomparável. Ele recomenda que, caso o filme seja exibido no Brasil, as pessoas assistam, seja nos cinemas ou por streaming, como fez em um cineclube em Nova York.
Entre na conversa da comunidade