Na madrugada de domingo, 26 de janeiro, o piloto do avião 066161 da Força Aérea dos Estados Unidos recebeu a informação de que Bogotá havia cancelado o registro de voo. O voo transportava oitenta colombianos capturados pela Patrulha da Fronteira e pelo ICE (Serviço de Imigração dos Estados Unidos) durante as duas primeiras semanas de […]
Na madrugada de domingo, 26 de janeiro, o piloto do avião 066161 da Força Aérea dos Estados Unidos recebeu a informação de que Bogotá havia cancelado o registro de voo. O voo transportava oitenta colombianos capturados pela Patrulha da Fronteira e pelo ICE (Serviço de Imigração dos Estados Unidos) durante as duas primeiras semanas de janeiro. Os deportados, que esperavam retornar à Colômbia, perceberam que não chegariam ao destino conforme prometido.
De acordo com o jornal colombiano El Tiempo, informações sobre as operações de imigração têm circulado entre latinos que vivem ilegalmente no Texas e na Califórnia. Relatos indicam que agentes da Patrulha da Fronteira têm ido a residências de colombianos, mexicanos e hondurenhos, levando-os algemados para os aviões militares. Durante a decolagem, às 12h20, a temperatura era de 9°C, e muitos deportados relataram que seus pertences foram descartados.
A Patrulha da Fronteira e o ICE estão sob pressão para aumentar o número de detenções, que subiu de 1.200 para 1.500 por dia. Um professor do Texas, identificado como @HookEm232, gerou polêmica ao sugerir que as salas de aula poderiam ser alvo de operações de imigração, levando a críticas da comunidade. Redes sociais têm sido utilizadas para alertar sobre as patrulhas em áreas como Lake Elsinore e San Diego.
O governo colombiano, sob a liderança de Gustavo Petro, enfrenta desafios em relação aos voos de deportação, especialmente após denúncias de tratamento desumano. Cada voo da Força Aérea Colombiana custa entre 7.000 e 30.000 dólares. Para evacuar civis na região do Catatumbo, foram utilizados helicópteros emprestados da Ecopetrol, evidenciando a complexidade da situação.
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