Neste sábado, a Rússia anunciou a captura da vila de Krymske, localizada nos subúrbios de Toretsk, na região de Donetsk, onde os combates têm sido intensos. O Ministério da Defesa russo informou que suas tropas avançam lentamente, apesar das pesadas perdas. Em resposta, o exército ucraniano relatou a morte de pelo menos oito pessoas em […]
Neste sábado, a Rússia anunciou a captura da vila de Krymske, localizada nos subúrbios de Toretsk, na região de Donetsk, onde os combates têm sido intensos. O Ministério da Defesa russo informou que suas tropas avançam lentamente, apesar das pesadas perdas. Em resposta, o exército ucraniano relatou a morte de pelo menos oito pessoas em ataques russos durante a noite, com alertas de ataque aéreo emitidos em todo o país.
Os serviços de emergência ucranianos informaram que um ataque com mísseis em um prédio residencial em Poltava resultou na morte de quatro pessoas e ferimentos em outras treze. Em Kharkiv, um drone russo abatido causou a morte de uma mulher e feriu outras quatro. Além disso, ataques em Sumy mataram três policiais e em Kherson, duas pessoas. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, destacou a necessidade de mais sistemas de defesa para enfrentar o que chamou de “terror russo”.
A Ucrânia também intensificou seus ataques aéreos contra alvos na Rússia, utilizando drones para atingir a infraestrutura energética e militar do país invasor. Recentemente, ataques em Yaroslavl e Volgogrado causaram danos significativos, com um ataque em Kstovo resultando na destruição de depósitos de petróleo. O governo ucraniano afirmou que cerca de 90% dos drones utilizados são fabricados localmente, enquanto a Rússia depende de um arsenal mais amplo de mísseis.
Os bombardeios ucranianos têm como objetivo não apenas a infraestrutura militar russa, mas também a percepção de vulnerabilidade do país, visando futuras negociações de paz. Até agora, estima-se que 248 civis tenham morrido em solo russo devido a esses ataques, enquanto a Rússia continua a realizar ofensivas em território ucraniano, intensificando o conflito que se aproxima de seu terceiro ano.
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