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Presidente do Irã acusa Trump de querer colocar país ‘de joelhos’ durante celebrações

- O presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, criticou Trump durante celebrações. - Novas sanções dos EUA visam o setor petrolífero iraniano, intensificando tensões. - Iranianos marcharam em várias cidades, exibindo mísseis e equipamentos militares. - Pezeshkian reafirmou que o Irã não se curvará e busca unidade nacional. - Celebrações marcam a Revolução Islâmica, simbolizando resistência ao imperialismo.

O presidente do Irã, Massoud Pezeshkian, criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o discurso de comemoração do 46º aniversário da República Islâmica, afirmando que Trump deseja “colocar o Irã de joelhos”. A declaração ocorreu na segunda-feira, enquanto Pezeshkian mencionou que, apesar das sanções, o Irã “nunca se curvará”. Trump, por sua vez, […]

O presidente do Irã, Massoud Pezeshkian, criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o discurso de comemoração do 46º aniversário da República Islâmica, afirmando que Trump deseja “colocar o Irã de joelhos”. A declaração ocorreu na segunda-feira, enquanto Pezeshkian mencionou que, apesar das sanções, o Irã “nunca se curvará”. Trump, por sua vez, havia assinado um memorando com novas sanções, especialmente direcionadas ao setor petrolífero iraniano.

Durante as celebrações, que incluíram marchas em Teerã e outras cidades, Pezeshkian enfatizou que os Estados Unidos tentam dividir o país, mas que a unidade é essencial para resolver os problemas nacionais. As festividades foram marcadas por exibições de equipamentos militares, incluindo réplicas de mísseis, e a população expressou seu descontentamento com slogans antiamericanos e anti-Israel.

As comemorações começaram em 31 de janeiro, data que relembra o retorno do aiatolá Ruhollah Khomeini a Teerã em 1979, e foram amplamente promovidas pelas autoridades iranianas. Os cidadãos, muitos acompanhados de suas famílias, carregaram bandeiras nacionais e de grupos aliados, como o Hezbollah, demonstrando apoio ao regime e ao líder supremo, Ali Khamenei.

A televisão estatal transmitiu ao vivo as festividades, que incluíram canções patrióticas e uma forte presença militar nas ruas. As celebrações ocorreram em um contexto de crescente tensão entre o Irã e os Estados Unidos, especialmente após a ascensão de Trump, que implementou uma política de “pressão máxima” contra o país persa.

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