Nesta semana, uma votação na ONU surpreendeu ao unir Estados Unidos, Rússia e Coreia do Norte contra uma resolução sobre a guerra da Ucrânia, enquanto Ucrânia e países europeus se opuseram. Esse episódio, segundo a revista britânica The Economist, reflete uma nova ordem mundial que se aproxima de uma abordagem “mafiosa”, com o presidente dos […]
Nesta semana, uma votação na ONU surpreendeu ao unir Estados Unidos, Rússia e Coreia do Norte contra uma resolução sobre a guerra da Ucrânia, enquanto Ucrânia e países europeus se opuseram. Esse episódio, segundo a revista britânica The Economist, reflete uma nova ordem mundial que se aproxima de uma abordagem “mafiosa”, com o presidente dos EUA, Donald Trump, à frente. A publicação destaca que o mundo está se moldando a um cenário onde as potências dominantes agem sem restrições, intimidando nações menores.
A reportagem sugere que essa nova dinâmica, liderada por Trump, tornará o mundo mais perigoso e os Estados Unidos mais vulneráveis. Além de Trump, outros líderes como Vladimir Putin, Benjamin Netanyahu, Xi Jinping e Friedrich Merz estão inseridos nesse contexto. A nova era, conforme a revista, foi marcada pela proposta de Trump para explorar recursos minerais na Ucrânia, com um acordo a ser assinado entre ele e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca.
A Economist argumenta que esse acordo foi imposto à Ucrânia, que se encontra em uma posição de fraqueza, sem garantias de benefícios em troca. As ações de Trump, segundo a revista, têm se concentrado em negócios que favorecem os interesses dos EUA, sinalizando uma gestão voltada para interesses controversos, como a aproximação com Putin. Em vez de atuar como mediador nas negociações de paz, Washington tem buscado diálogo direto com Moscou, excluindo Kiev e os aliados europeus do processo.
Entre na conversa da comunidade