A Ucrânia aceitou uma proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia, conforme anunciado em uma declaração conjunta nesta terça-feira, 11 de fevereiro. O governo ucraniano se comprometeu a tomar medidas para restaurar uma paz duradoura após a invasão russa. As discussões ocorreram na Arábia Saudita, onde autoridades dos […]
A Ucrânia aceitou uma proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia, conforme anunciado em uma declaração conjunta nesta terça-feira, 11 de fevereiro. O governo ucraniano se comprometeu a tomar medidas para restaurar uma paz duradoura após a invasão russa. As discussões ocorreram na Arábia Saudita, onde autoridades dos dois países se reuniram para tratar da guerra. A proposta ainda depende da aprovação da Rússia e da assinatura formal das partes envolvidas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, elogiou a proposta, afirmando que ela oferece garantias de segurança ao país por terra, água e mar. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, considerou a decisão da Ucrânia um passo positivo e expressou esperança de que a Rússia adote uma postura semelhante. O prazo de 30 dias poderá ser prorrogado, dependendo das negociações entre os dois países.
O conselheiro de Segurança Nacional do governo de Donald Trump, Mike Waltz, anunciou que se reunirá com autoridades russas em breve para discutir a proposta. Ele destacou que o acordo inclui garantias para assegurar uma paz duradoura na região. Durante a reunião, também foi acordado que a Ucrânia e os Estados Unidos devem concluir rapidamente um acordo para a exploração dos recursos minerais ucranianos.
Além disso, os Estados Unidos informaram que retomarão o compartilhamento de informações de inteligência e assistência de segurança à Ucrânia. A reunião ocorre 11 dias após uma discussão acalorada entre Trump e Zelensky na Casa Branca, onde Trump criticou Zelensky por arriscar a vida de milhões e sugeriu que ele poderia provocar uma Terceira Guerra Mundial. Na ocasião, Zelensky saiu sem assinar um acordo que permitiria a exploração de minérios na Ucrânia, considerado essencial para manter o apoio americano.
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