O presidente da Ucrânia, Volodímir Zelenski, afirmou que, caso o presidente russo, Vladímir Putin, rejeite a proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos e da Ucrânia, Washington aumentará sua ajuda militar ao país invadido. Zelenski destacou que as medidas contra a Rússia incluem sancões e o fortalecimento da Ucrânia, após negociações em Yeda, na Arábia Saudita. […]
O presidente da Ucrânia, Volodímir Zelenski, afirmou que, caso o presidente russo, Vladímir Putin, rejeite a proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos e da Ucrânia, Washington aumentará sua ajuda militar ao país invadido. Zelenski destacou que as medidas contra a Rússia incluem sancões e o fortalecimento da Ucrânia, após negociações em Yeda, na Arábia Saudita. O presidente dos EUA, Donald Trump, mencionou que uma delegação de Washington se dirigiu a Moscou para discutir a proposta de um cessar-fogo de 30 dias.
Trump, em reunião com o primeiro-ministro irlandês, Michael Martin, indicou que recebeu “mensagens positivas” sobre a possibilidade de uma trégua, mas não confirmou as declarações de Zelenski sobre pressões a Moscou. Ele alertou que uma negativa de Putin pode resultar em “consequências prejudiciais” para a Rússia, referindo-se a novas sanções e tarifas. O presidente americano ainda não conversou diretamente com Putin, mas expressou otimismo sobre a possibilidade de um cessar-fogo.
Enquanto isso, o Pentágono reativou o envio de armamento e informações de inteligência para a Ucrânia, após uma suspensão em março. Zelenski, em resposta à interrupção da ajuda, propôs um cessar-fogo temporário e se colocou à disposição para negociar a paz rapidamente. Ele enfatizou que a Ucrânia está disposta a demonstrar sua vontade de paz, enquanto critica a falta de intenção de Putin em encerrar o conflito.
Zelenski também mencionou que a Ucrânia nunca reconhecerá as áreas ocupadas pela Rússia e que, embora a recuperação militar de todos os territórios seja improvável, a soberania do país não será negociada. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que, nas negociações de paz, Kiev pode ter que considerar a cessão de território, mas a posição oficial da Ucrânia é que a soberania deve ser mantida, com a esperança de que as regiões possam ser recuperadas diplomaticamente no futuro.
Entre na conversa da comunidade