O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez um apelo nesta sexta-feira para que os soldados ucranianos na região de Kursk depusessem suas armas. A declaração ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitar a Putin que “poupasse as vidas” dos militares ucranianos. A Rússia intensificou sua ofensiva na província, enquanto as negociações para […]
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez um apelo nesta sexta-feira para que os soldados ucranianos na região de Kursk depusessem suas armas. A declaração ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitar a Putin que “poupasse as vidas” dos militares ucranianos. A Rússia intensificou sua ofensiva na província, enquanto as negociações para um possível cessar-fogo continuam, embora Putin tenha destacado que ainda há questões pendentes.
Putin garantiu que, caso os soldados ucranianos se rendam, terão “garantia de vida e tratamento digno”, conforme as normas do direito internacional. A pressão dos EUA sobre a Ucrânia para avançar nas negociações se intensificou, especialmente após um encontro na Arábia Saudita. O enviado especial de Trump, Steve Witkoff, se reuniu com Putin para discutir pontos críticos antes de qualquer compromisso, incluindo a situação em Kursk, onde os combates persistem.
Trump, em sua publicação na Truth Social, mencionou que houve “discussões produtivas” com Putin e expressou otimismo sobre a possibilidade de um fim para a guerra. Ele reiterou seu pedido para que Putin poupasse os soldados ucranianos, que, segundo ele, estão em uma situação “muito ruim e vulnerável”. A situação em Kursk é tensa, com o Ministério da Defesa da Rússia afirmando que retomou o controle de uma cidade importante na região.
Embora os militares ucranianos tenham negado que suas tropas estejam cercadas, o presidente Volodymyr Zelensky reconheceu que a situação é “muito difícil”. Ele também observou que as operações contra o território russo aliviaram a pressão em outras áreas da Ucrânia, como o Donbas. As negociações de cessar-fogo de 30 dias estão em pauta, mas a Rússia rejeitou a proposta, alegando que busca o fim definitivo da guerra sem garantias de segurança para a Ucrânia.
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