A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participou de uma comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma visita ao Vietnã e ao Japão, onde discutiram a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP30, que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará. Durante a viagem, Marina enfatizou a importância do multilateralismo em um cenário geopolítico desafiador, destacando que a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris impõe a países como o Brasil a necessidade de redobrar esforços para enfrentar as mudanças climáticas.
Marina Silva também abordou a complexidade da exploração de petróleo na margem equatorial, afirmando que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conduzirá o processo de licenciamento com rigor técnico. A ministra ressaltou que a decisão sobre a exploração será baseada em análises técnicas e que o Ibama não facilitará nem dificultará o processo, mas buscará agilidade sem comprometer a qualidade das avaliações.
A ministra destacou que o Brasil se comprometeu a alcançar desmatamento zero até dois mil e trinta e está ampliando sua matriz energética com fontes renováveis. Ela também mencionou a importância de ajudar outros países em suas transições energéticas, posicionando o Brasil como um potencial fornecedor de energia limpa. Marina ressaltou que a participação dos Estados Unidos é crucial, mas que o Brasil e outros países devem continuar a trabalhar em prol da proteção ambiental, independentemente da postura americana.
Durante a viagem, o Brasil avançou em negociações na área de agropecuária, como a liberação da importação de carne brasileira pelo Vietnã. Marina Silva também destacou a necessidade de aumentar a participação das mulheres em posições de liderança, observando que, em muitos fóruns, as mulheres ainda são minoria. Ela enfatizou que é fundamental ouvir as vozes femininas nas discussões sobre mudanças climáticas e justiça social, buscando igualdade de oportunidades em todos os setores.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participou de uma comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em visita ao Vietnã e Japão, onde discutiram a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP30, que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará. Durante a viagem, Marina enfatizou a urgência da COP30 para fortalecer o multilateralismo, especialmente em um contexto geopolítico desafiador, onde a postura dos Estados Unidos em relação ao Acordo de Paris exige que países como o Brasil intensifiquem seus esforços climáticos.
Marina destacou que a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris representa um prejuízo significativo, pois o país é o segundo maior emissor de gases de efeito estufa. Ela ressaltou que isso impõe ao Brasil e a outras nações a necessidade de trabalhar em dobro para garantir a implementação de metas climáticas, como a redução das emissões de CO2 e a transição para energias renováveis. A ministra também abordou a complexidade da exploração de petróleo na margem equatorial, afirmando que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conduzirá o processo de licenciamento com rigor técnico.
Em relação à exploração de petróleo, Marina afirmou que a decisão do Ibama será baseada em análises técnicas, sem pressões políticas. O Ibama, que possui autonomia para licenciar empreendimentos, está avaliando um projeto que já recebeu três negativas. A ministra também mencionou que o governo brasileiro está comprometido em combater o desmatamento e em promover a energia limpa, buscando ser um grande supridor de energia renovável.
Durante a viagem, o Brasil também avançou em questões de cooperação ambiental, como a proteção dos ecossistemas marinhos e a bioeconomia. Marina destacou a importância de incluir a perspectiva de gênero nas discussões sobre mudanças climáticas, enfatizando que a participação das mulheres deve ser ampliada em todos os níveis de decisão. A ministra concluiu que a resposta à crise climática deve ser uma prioridade global, com um foco em ações concretas e colaboração entre os países em desenvolvimento.
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