Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, manifestou apoio à líder da ultradireita francesa, Marine Le Pen, após sua condenação por desvio de fundos da União Europeia. Em uma postagem na rede social Truth Social, Trump pediu a libertação de Le Pen, chamando a decisão judicial de “Caça às Bruxas”. Essa declaração reflete o apoio contínuo de Trump a partidos de extrema direita na Europa, em um contexto de mudanças nas políticas externas dos EUA.
Le Pen foi considerada culpada e impedida de concorrer a cargos públicos por cinco anos, além de ter recebido uma pena de quatro anos de prisão, com dois anos suspensos, e uma multa de € 100.000 (US$ 108.000). Ela criticou a sentença como uma “decisão puramente política”. O juiz responsável pelo caso, Bénédicte de Perthuis, afirmou que as ações de Le Pen representam um “ataque sério e duradouro às regras da vida democrática”.
Trump, ao comentar sobre o caso, traçou paralelos com suas próprias batalhas legais, afirmando que a condenação de Le Pen é um exemplo de “Lawfare” (uso do sistema legal para fins políticos) contra opositores. Ele e outros apoiadores, como Elon Musk, criticaram a decisão, alegando que a esquerda radical utiliza o sistema legal para silenciar adversários políticos.
Além do apoio a Le Pen, o governo Trump também se manifestou contra ações judiciais que afetam outros políticos de extrema direita na Europa. Isso inclui a anulação de uma eleição presidencial na Romênia, que resultou em uma nova votação após alegações de interferência externa. O apoio de Trump e de seus aliados a esses líderes reflete uma tendência crescente de alianças entre movimentos de extrema direita em diferentes países.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou apoio à líder da ultradireita francesa, Marine Le Pen, após sua condenação por desvio de fundos da União Europeia. Em uma postagem na rede social Truth Social, Trump pediu a libertação de Le Pen, descrevendo a decisão judicial como uma “Caça às Bruxas”. Essa declaração reflete o apoio contínuo de Trump a partidos de extrema direita na Europa, em um contexto de mudanças nas políticas externas dos EUA.
Le Pen, que foi considerada culpada e impedida de concorrer a cargos públicos por cinco anos, criticou a sentença como uma “decisão puramente política”. O tribunal de Paris também impôs a ela uma pena de quatro anos de prisão, dos quais dois anos são suspensos, além de uma multa de € 100.000 (US$ 108.000). Trump, ao comentar sobre o caso, traçou paralelos com suas próprias batalhas legais, afirmando que a condenação de Le Pen é um exemplo de “Lawfare” (uso do sistema legal para fins políticos) contra opositores.
O juiz responsável pelo caso, Bénédicte de Perthuis, caracterizou as ações de Le Pen como um “ataque sério e duradouro às regras da vida democrática”. Apesar da gravidade da condenação, não há indícios de que Le Pen cumprirá pena em regime fechado. Trump e outros apoiadores, como Elon Musk, criticaram a decisão, alegando que a esquerda radical utiliza o sistema legal para silenciar adversários políticos.
Além do apoio a Le Pen, o governo Trump também se manifestou contra ações judiciais que afetam outros políticos de extrema direita na Europa. Isso inclui a anulação de uma eleição presidencial na Romênia, que resultou em uma nova votação após alegações de interferência externa. O apoio de Trump e de seus aliados a esses líderes reflete uma tendência crescente de alianças entre movimentos de extrema direita em diferentes países.
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