O relacionamento entre Canadá e Estados Unidos enfrenta uma crise significativa, impulsionada por declarações e políticas do ex-presidente Donald Trump. A situação se agravou após ameaças de anexação do Canadá e a imposição de tarifas sobre produtos canadenses, levando a um crescente sentimento antiamericano. Em resposta, muitos canadenses iniciaram um boicote a viagens e produtos dos EUA, resultando em uma queda de 23% nas viagens de carro e 13% nas aéreas em fevereiro de 2025, em comparação ao ano anterior.
A jornalista canadense Kate Dingwall e o comediante Keith Serry são exemplos de cidadãos que cancelaram suas viagens aos EUA, citando preocupações com a segurança e a política hostil. O ex-primeiro-ministro Justin Trudeau também incentivou os canadenses a escolherem destinos locais em vez de viajar para os EUA, afirmando que “agora é a hora de escolher o Canadá”. Especialistas preveem que a redução no turismo canadense pode resultar em perdas de mais de US$ 2 bilhões anuais para a economia dos EUA.
Além das tarifas, a detenção de uma cidadã canadense pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) gerou ainda mais descontentamento. A nova exigência de registro para canadenses que permanecem nos EUA por mais de 30 dias também afetou os chamados “snowbirds”, que tradicionalmente viajam para o país durante o inverno. A insatisfação é visível em grupos de redes sociais, onde muitos expressam sua aversão a viajar para os EUA.
O impacto do boicote se estende ao setor imobiliário, onde os canadenses são os principais compradores estrangeiros de imóveis nos EUA. A deterioração das relações entre os dois países pode ter consequências econômicas significativas, afetando tanto grandes corporações quanto pequenas empresas. O clima de desconfiança em relação às políticas de Trump também se reflete em alertas emitidos por outros países, como França e Reino Unido, para seus cidadãos que planejam viajar para os EUA.
O relacionamento entre Canadá e Estados Unidos enfrenta uma crise significativa, impulsionada por declarações e políticas do ex-presidente Donald Trump. A situação se agravou após ameaças de anexação do Canadá e a imposição de tarifas sobre produtos canadenses, levando a um crescente sentimento antiamericano. Em resposta, muitos canadenses iniciaram um boicote a viagens e produtos dos EUA, resultando em uma queda de 23% nas viagens de carro e 13% nas aéreas em fevereiro de 2025, em comparação ao ano anterior.
A jornalista canadense Kate Dingwall e o comediante Keith Serry são exemplos de cidadãos que cancelaram suas viagens aos EUA, citando preocupações com a segurança e a política hostil. O ex-primeiro-ministro Justin Trudeau também incentivou os canadenses a escolherem destinos locais em vez de viajar para os EUA, afirmando que “agora é a hora de escolher o Canadá”. Especialistas preveem que a redução no turismo canadense pode resultar em perdas de mais de US$ 2 bilhões anuais para a economia dos EUA.
Além das tarifas, a detenção de uma cidadã canadense pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) gerou ainda mais descontentamento. A nova exigência de registro para canadenses que permanecem nos EUA por mais de 30 dias também afetou os chamados “snowbirds”, que tradicionalmente viajam para o país durante o inverno. A insatisfação é visível em grupos de redes sociais, onde muitos expressam sua aversão a viajar para os EUA.
O impacto do boicote se estende ao setor imobiliário, onde os canadenses são os principais compradores estrangeiros de imóveis nos EUA. A deterioração das relações entre os dois países pode ter consequências econômicas significativas, afetando tanto grandes corporações quanto pequenas empresas. O clima de desconfiança em relação às políticas de Trump também se reflete em alertas emitidos por outros países, como França e Reino Unido, para seus cidadãos que planejam viajar para os EUA.
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