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EUA gastam quase US$ 1 bilhão em ofensiva militar contra os Houthis no Iémen

- EUA gastaram quase US$ 1 bilhão em ofensiva contra os Houthis no Iêmen. - Apesar dos ataques, os Houthis mantêm capacidades de ataque no Mar Vermelho. - Pentágono pode solicitar mais financiamento, enfrentando críticas bipartidárias. - A operação militar é mais intensa, com menos aprovação necessária para ataques. - Uso de armas de longo alcance preocupa Comando Indo-Pacífico dos EUA.

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Os Estados Unidos iniciaram uma ofensiva militar contra os combatentes Houthi no Iémen em quinze de março, com um custo que já se aproxima de um bilhão de dólares em menos de três semanas. A operação utiliza armamentos avançados, como mísseis de cruzeiro JASSM e Tomahawk, mas a eficácia das ações é questionada, uma vez que os Houthis continuam a realizar ataques.

Fontes informadas sobre a campanha indicam que, apesar da destruição de alguns locais militares e da eliminação de membros da liderança Houthi, o grupo ainda consegue operar com eficácia, atacando navios no Mar Vermelho e derrubando drones americanos. O Pentágono considera solicitar financiamento suplementar do Congresso, enfrentando críticas de diferentes setores políticos, incluindo do vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, que classificou a operação como um erro.

A ofensiva agora opera em um ritmo mais intenso, sem a necessidade de aprovação de níveis superiores, o que permite maior liberdade aos comandantes. O presidente Donald Trump afirmou que a operação continuará até que os Houthis cessem seus ataques, mas os ataques com mísseis e drones por parte do grupo persistem, incluindo a recente derrubada de um drone MQ-9 Reaper.

Além disso, a utilização de armamentos de longo alcance tem gerado preocupações entre oficiais do Comando Indo-Pacífico dos Estados Unidos, que temem que isso possa comprometer a prontidão militar na região. No entanto, um oficial de defesa minimizou essas preocupações, afirmando que as munições de precisão estão sendo utilizadas para mitigar riscos e maximizar a eficácia das operações.

Os Estados Unidos iniciaram uma ofensiva militar contra os combatentes Houthi no Iémen em 15 de março, com um custo que já se aproxima de US$ 1 bilhão em menos de três semanas. A operação, que utiliza armamentos avançados como mísseis de cruzeiro JASSM e Tomahawk, tem gerado questionamentos sobre sua eficácia, uma vez que os Houthis continuam a manter suas capacidades de ataque.

Fontes informadas sobre a campanha relataram que, apesar da destruição de alguns locais militares e a eliminação de membros da liderança Houthi, o grupo ainda consegue operar com eficácia, atacando navios no Mar Vermelho e derrubando drones americanos. O Pentágono considera a possibilidade de solicitar financiamento suplementar do Congresso, mas enfrenta críticas de diferentes setores políticos, incluindo do vice-presidente dos EUA, JD Vance, que classificou a operação como um “erro”.

A ofensiva militar, que agora opera em um ritmo mais intenso, não requer mais aprovação de níveis superiores, permitindo maior liberdade aos comandantes. O presidente Donald Trump afirmou que a operação continuará até que os Houthis cessem seus ataques, mas os ataques com mísseis e drones por parte do grupo persistem, incluindo a recente derrubada de um drone MQ-9 Reaper.

Além disso, a utilização de armamentos de longo alcance tem gerado preocupações entre oficiais do Comando Indo-Pacífico dos EUA, que temem que isso possa comprometer a prontidão militar no Pacífico. No entanto, um oficial de defesa minimizou essas preocupações, afirmando que as munições de precisão estão sendo utilizadas para mitigar riscos e maximizar a eficácia das operações.

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