As Nações Unidas solicitaram apoio internacional para Mianmar após um terremoto que causou a morte de três mil trezentas e cinquenta e quatro pessoas e deixou mais de quatro mil oitocentas feridas. O chefe de ajuda da ONU, Tom Fletcher, destacou a gravidade da situação em Mandalay e pediu solidariedade global. Países vizinhos, como China e Índia, enviaram suprimentos e equipes de resgate, enquanto os Estados Unidos prometeram nove milhões de dólares para auxiliar as comunidades afetadas.
Entretanto, a junta militar que governa Mianmar tem dificultado a entrega de ajuda humanitária, especialmente em regiões onde a população não apoia seu governo. O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos informou que investiga cinquenta e três ataques militares contra opositores, incluindo bombardeios em estados do sul, que resultaram em mortes de civis, mesmo após um cessar-fogo ter sido anunciado.
O líder militar, general Min Aung Hlaing, reafirmou a intenção de realizar eleições “livres e justas” em dezembro durante uma reunião com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. No entanto, críticos consideram essas eleições uma farsa para legitimar o regime militar, que enfrenta dificuldades para governar desde o golpe de 2021 que depôs o governo democraticamente eleito.
A situação em Mianmar é crítica, com a economia em colapso e serviços básicos, como saúde, severamente afetados pelo terremoto. A combinação da crise humanitária com a repressão militar agrava ainda mais as condições de vida da população, que já enfrenta desafios significativos desde o golpe.
As Nações Unidas solicitaram apoio internacional para Mianmar após um terremoto devastador que resultou em 3.354 mortos e mais de 4.800 feridos. O chefe de ajuda da ONU, Tom Fletcher, destacou a magnitude da destruição em Mandalay e enfatizou a necessidade de solidariedade global. Países vizinhos, como China e Índia, já enviaram suprimentos e equipes de resgate, enquanto os Estados Unidos prometeram US$ 9 milhões para ajudar as comunidades afetadas.
Entretanto, a junta militar de Mianmar tem restringido a ajuda humanitária, especialmente em áreas onde a população não apoia seu governo. O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos informou que investiga 53 ataques militares contra opositores, incluindo bombardeios em estados do sul, que resultaram em mortes de civis, mesmo após um cessar-fogo ter sido declarado.
O líder militar, general Min Aung Hlaing, reafirmou a intenção de realizar eleições “livres e justas” em dezembro, durante uma reunião com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. No entanto, críticos consideram essas eleições uma farsa destinada a legitimar o regime militar, que enfrenta dificuldades para governar desde o golpe de 2021 que depôs o governo democraticamente eleito.
A situação em Mianmar é crítica, com a economia em colapso e serviços básicos, como saúde, severamente afetados pelo terremoto. A combinação da crise humanitária com a repressão militar agrava ainda mais as condições de vida da população, que já enfrenta desafios significativos desde o golpe.
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