Os Estados Unidos não incluíram a Rússia na lista de tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente Donald Trump, conforme informou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. As sanções vigentes contra a Rússia, que foram ampliadas após a invasão da Ucrânia em 2022, limitam o comércio significativo entre os dois países. Além da Rússia, Cuba, Belarus e Coreia do Norte também não estão na lista, enquanto países com comércio ainda menor, como a Síria, foram incluídos.
Trump, que mantém uma postura amigável em relação à Rússia, priorizou o fim do conflito na Ucrânia e ameaçou recentemente impor uma tarifa de cinquenta por cento sobre países que adquirirem petróleo russo, caso o presidente Vladimir Putin não concorde com um cessar-fogo. A mídia russa comentou que a ausência da Rússia na lista de tarifas foi uma decepção para muitos no Ocidente, destacando a declaração do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, sobre a falta de comércio com a Rússia e Belarus.
Enquanto isso, a Ucrânia enfrenta uma nova tarifa de dez por cento sobre suas exportações para os Estados Unidos, o que impactará principalmente pequenos produtores, segundo a vice-primeira-ministra Yulia Svyrydenko. Em 2024, a Ucrânia exportou oitocentos e setenta e quatro milhões de dólares em mercadorias para os EUA, enquanto importou três bilhões e quatrocentos milhões de dólares. A vice-primeira-ministra destacou que a Ucrânia busca melhores condições comerciais e enfatizou a importância do país como aliado dos EUA.
Os Estados Unidos têm fornecido apoio material significativo à Ucrânia na guerra contra a Rússia, com gastos estimados entre trezentos bilhões e trezentos e cinquenta bilhões de dólares, segundo Trump. O Departamento de Defesa dos EUA informou que cento e oitenta e dois bilhões e oitocentos milhões de dólares foram alocados para a Operação Atlantic Resolve, que inclui treinamento militar na Europa. Além disso, os EUA estão em negociações para garantir acesso a minerais ucranianos, como parte dos esforços para encerrar o conflito.
Os Estados Unidos não incluíram a Rússia na lista de tarifas impostas por Donald Trump a parceiros comerciais, conforme informou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. As sanções vigentes contra a Rússia, que foram ampliadas após a invasão da Ucrânia em 2022, limitam o comércio significativo entre os dois países. Além da Rússia, Cuba, Belarus e Coreia do Norte também não estão na lista, enquanto países com comércio ainda menor, como a Síria, foram incluídos.
Trump, que mantém uma postura amigável em relação à Rússia, priorizou o fim do conflito na Ucrânia e, recentemente, ameaçou impor uma tarifa de 50% sobre países que adquirirem petróleo russo, caso o presidente Vladimir Putin não concorde com um cessar-fogo. A mídia russa comentou que a ausência da Rússia na lista de tarifas foi uma decepção para muitos no Ocidente, destacando a declaração do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, sobre a falta de comércio com a Rússia e Belarus.
Enquanto isso, a Ucrânia enfrenta uma nova tarifa de 10% sobre suas exportações para os EUA, o que impactará principalmente pequenos produtores, segundo a vice-primeira-ministra Yulia Svyrydenko. Em 2024, a Ucrânia exportou US$ 874 milhões em mercadorias para os EUA, enquanto importou US$ 3,4 bilhões. A vice-primeira-ministra destacou que a Ucrânia busca melhores condições comerciais e enfatizou a importância do país como aliado dos EUA.
Os Estados Unidos têm fornecido apoio material significativo à Ucrânia na guerra contra a Rússia, com gastos estimados entre US$ 300 bilhões e US$ 350 bilhões, segundo Trump. O Departamento de Defesa dos EUA informou que US$ 182,8 bilhões foram alocados para a Operação Atlantic Resolve, que inclui treinamento militar na Europa. Além disso, os EUA estão em negociações para garantir acesso a minerais ucranianos, como parte dos esforços para encerrar o conflito.
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