Milhares de venezuelanos estão buscando refúgio em outros países devido à crise em seu país, enfrentando perigos como sequestros e deportações. Recentemente, um grupo se reuniu em frente à embaixada da Venezuela no México, pedindo voos humanitários para retornar ao seu país. Eles relatam discriminação e condições precárias, destacando a urgência de assistência do governo de Nicolás Maduro.
Luisa, uma das migrantes, compartilhou sua experiência de sequestro logo após cruzar a fronteira para o México. Sua família, que deixou Puerto Cabello em junho, enfrentou dificuldades em vários países até chegar ao México, onde a situação se agravou após o fechamento da fronteira dos Estados Unidos. Ela e outros venezuelanos aguardam há semanas por repatriação, mas a seleção para os voos é incerta e demorada.
Douglas Zapata, outro migrante, também espera por ajuda. Ele foi forçado a deixar sua família em busca de melhores condições de vida, mas acabou sendo sequestrado no México. Apesar de ter conseguido escapar, ele expressa o desejo de retornar à Venezuela, acreditando que a situação em seu país natal pode ser melhor do que a realidade atual no México.
As deportações de venezuelanos para prisões de segurança máxima em El Salvador aumentaram sob a administração de Donald Trump, que associou os deportados a organizações criminosas sem evidências. Essa abordagem tem gerado medo e insegurança entre os migrantes, que se sentem perseguidos e discriminados. A situação se torna cada vez mais crítica, com muitos optando por retornar ao seu país, mesmo com as dificuldades que isso implica.
Milhares de venezuelanos buscam refúgio em outros países devido à crise em seu país, enfrentando perigos como sequestros e deportações. Recentemente, um grupo se reuniu em frente à embaixada da Venezuela no México, pedindo voos humanitários para retornar ao seu país. Eles relatam discriminação e condições precárias, destacando a urgência de assistência do governo de Nicolás Maduro.
Luisa, uma das migrantes, compartilhou sua experiência de sequestro logo após cruzar a fronteira para o México. Sua família, que deixou Puerto Cabello em junho, enfrentou dificuldades em vários países até chegar ao México, onde a situação se agravou após o fechamento da fronteira dos Estados Unidos. Ela e outros venezuelanos aguardam há semanas por repatriação, mas a seleção para os voos é incerta e demorada.
Douglas Zapata, outro migrante, também espera por ajuda. Ele foi forçado a deixar sua família em busca de melhores condições de vida, mas acabou sendo sequestrado no México. Apesar de ter conseguido escapar, ele expressa o desejo de retornar à Venezuela, acreditando que a situação em seu país natal pode ser melhor do que a realidade atual no México.
As deportações de venezuelanos para prisões de segurança máxima em El Salvador aumentaram sob a administração de Donald Trump, que associou os deportados a organizações criminosas sem evidências. Essa abordagem tem gerado medo e insegurança entre os migrantes, que se sentem perseguidos e discriminados. A situação se torna cada vez mais crítica, com muitos optando por retornar ao seu país, mesmo com as dificuldades que isso implica.
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