Um grupo de defensores dos direitos humanos alertou que muitas vidas estão em perigo se não houver uma ação rápida para acabar com a escravidão moderna até 2030. A Global Commission on Modern Slavery and Human Trafficking, liderada pela ex-primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, apresentou um relatório ao secretário-geral da ONU, António Guterres, em Nova Iorque. O documento de 150 páginas, chamado “No Country is Immune”, fala sobre falhas nos sistemas e a falta de ação global, além de sugerir maneiras de ajudar as 50 milhões de pessoas que estão em situação de escravidão hoje.
May afirmou que a escravidão moderna é um dos maiores problemas de direitos humanos atualmente e que é uma vergonha para a humanidade. O relatório serve como um aviso para os países da ONU, dizendo que se nada for feito, será difícil alcançar a meta de acabar com a escravidão até 2030. O documento pede mudanças imediatas em governos, empresas e na sociedade.
O relatório também apresenta um novo modelo de prevenção, que ajuda os países a entender as causas da escravidão moderna e a encontrar formas de combatê-la. As sugestões incluem criar leis eficazes, ter uma definição clara de escravidão moderna e responsabilizar as empresas para que não usem trabalho forçado.
Durante o lançamento do relatório, a ativista Nasreen Sheikh, que sobreviveu à escravidão moderna, pediu que os líderes mundiais reconheçam os problemas do consumo inconsciente e da indiferença econômica. Ela destacou a importância de ter um sistema transparente e que as pessoas se conscientizem sobre a presença da escravidão em tudo que consomem, exigindo responsabilidade de empresas e governos.
Um grupo de defensores dos direitos humanos alertou que milhões de vidas estão em risco sem uma ação internacional urgente para erradicar a escravidão moderna até 2030. A Global Commission on Modern Slavery and Human Trafficking, presidida pela ex-primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, apresentou um relatório ao secretário-geral da ONU, António Guterres, em Nova Iorque. O documento de 150 páginas, intitulado “No Country is Immune”, destaca falhas sistêmicas e a inação global, além de propor medidas concretas para ajudar os 50 milhões de pessoas atualmente em situação de escravidão.
May enfatizou que a escravidão moderna é a maior questão de direitos humanos da atualidade, considerando-a uma mancha moral na humanidade. O relatório serve como um alerta para os membros da ONU, ressaltando que a falta de ação comprometerá a meta de erradicar a escravidão até 2030, conforme o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8.7. O documento pede mudanças imediatas e efetivas em governos, empresas e na sociedade civil.
O relatório introduz um novo Prevention Framework, inspirado no modelo de prevenção de genocídio de 2014, que visa ajudar os países a identificar as causas da escravidão moderna e a desenvolver ferramentas práticas para combatê-la. As recomendações incluem a adoção de leis nacionais eficazes, a definição global unificada de escravidão moderna e a responsabilização das empresas para eliminar o trabalho forçado nas cadeias de suprimento.
Durante o evento de lançamento, a ativista e sobrevivente da escravidão moderna, Nasreen Sheikh, pediu que os líderes mundiais enfrentem as consequências do consumo inconsciente e da indiferença econômica. Ela afirmou que é necessário construir um sistema transparente e que a sociedade deve se conscientizar sobre a presença da escravidão em tudo que consome, exigindo responsabilidade de empresas e governos.
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