O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse que os EUA não querem brigar com a China, mas que isso pode acontecer. Ele falou sobre a presença militar da China na América Latina durante uma conferência no Panamá, mencionando que o Exército chinês está se expandindo na região. Hegseth também acusou empresas chinesas de tomarem conta de terras e infraestrutura importante, como energia e telecomunicações, e de explorarem recursos de outros países para fortalecer suas forças militares.
Além disso, ele reafirmou que a China tenta controlar o Canal do Panamá e que isso não será aceito, especialmente se envolver espionagem. A tensão entre os EUA e a China aumentou com a decisão da China de elevar a tarifa sobre produtos americanos para 84%, em resposta ao aumento das taxas sobre produtos chineses pelos EUA, que podem chegar a 104%.
Em meio a isso, o jornal “The New York Times” informou que Elon Musk, conselheiro de Trump, teria acesso a um plano secreto sobre um possível conflito com a China. Musk negou essa informação e pediu que fossem tomadas medidas legais contra quem vazou a notícia. O presidente Trump chamou a reportagem de falsa.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou que os EUA não desejam um conflito com a China, mas que este pode ser “inevitável”. Durante uma conferência de segurança no Panamá, ele alertou sobre a presença militar excessiva da China no hemisfério ocidental, mencionando que o Exército chinês opera instalações que ampliam seu alcance na região. Hegseth também acusou empresas chinesas de se apropriarem de terras e infraestrutura crítica em setores estratégicos, como energia e telecomunicações.
Além disso, o secretário afirmou que a China está explorando recursos de países da região para sustentar suas “ambições militares globais”. Ele reiterou as acusações do presidente Donald Trump sobre a tentativa da China de controlar o Canal do Panamá, afirmando que isso não seria permitido, especialmente se envolvesse espionagem através de relações comerciais.
A tensão entre os dois países se intensificou com a recente decisão da China de aumentar a tarifa sobre produtos americanos para 84%, em resposta ao anúncio do governo Trump de elevar as taxas sobre produtos chineses para até 104%. Essa escalada nas tarifas é um reflexo da guerra comercial em curso entre os EUA e a China.
Em meio a esse cenário, o jornal “The New York Times” reportou que Elon Musk, conselheiro de Trump, teria acesso a um plano secreto dos EUA sobre um possível conflito com a China. Musk negou as alegações e pediu ações legais contra funcionários do Pentágono que teriam vazado informações. O presidente Trump classificou a notícia como “fake news”.
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