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Universidade Islâmica de Gaza se torna abrigo para famílias deslocadas pela guerra

Universidade Islâmica de Gaza abriga famílias deslocadas em meio à devastação da infraestrutura educacional e à escassez de recursos.

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A Universidade Islâmica de Gaza, que foi muito danificada por bombardeios, agora abriga centenas de famílias que perderam suas casas. Desde que Israel reiniciou os ataques em março, mais de 400 mil palestinos foram forçados a deixar suas residências, e muitos buscaram abrigo na universidade porque as escolas da ONU estão lotadas. A infraestrutura educacional foi severamente afetada, com a morte de professores e a suspensão das aulas.

As famílias que estão na universidade vivem em condições difíceis. Elas improvisam cozinhas em salas de aula e usam livros da biblioteca como combustível para cozinhar. Uma mãe, Manal Zaanin, criou um forno a partir de um armário para vender pão pita. A situação se agravou com a falta de alimentos, combustível e medicamentos, pois Israel bloqueou a entrada de suprimentos em Gaza por mais de um mês.

Antes do conflito, a universidade tinha cerca de 17 mil alunos, com mais de 60% sendo mulheres. A instituição oferecia diversos cursos, mas agora foi alvo de ataques aéreos, resultando na morte de pelo menos dez professores, incluindo o presidente da universidade. A destruição foi tão grande que a universidade e outras instituições de ensino foram consideradas vítimas de “escolasticídio”.

Atualmente, não há universidades funcionando em Gaza, embora algumas, como a Universidade Islâmica, tentem oferecer cursos online limitados. A situação continua crítica, com a população enfrentando uma grave crise humanitária.

A Universidade Islâmica de Gaza, severamente danificada por bombardeios israelenses, tornou-se abrigo para centenas de famílias deslocadas. Desde que Israel retomou a guerra em março, mais de quatrocentos mil palestinos foram forçados a deixar suas casas, com muitos buscando refúgio na universidade devido à superlotação das escolas da ONU. A infraestrutura educacional da região foi devastada, com a morte de professores e a interrupção das aulas presenciais.

As famílias que se abrigam na universidade enfrentam condições precárias. Elas improvisam cozinhas em salas de aula e utilizam livros da biblioteca como combustível para cozinhar. Manal Zaanin, mãe de seis filhos, transformou um armário em um forno para vender pão pita a outras famílias. A escassez de alimentos, combustível e medicamentos se agravou, pois Israel bloqueou a entrada de suprimentos em Gaza por mais de um mês.

Antes do conflito, a Universidade Islâmica de Gaza contava com cerca de dezessete mil alunos, sendo mais de sessenta por cento mulheres. A instituição, que oferecia cursos em diversas áreas, foi alvo de ataques aéreos e incursões terrestres, resultando na morte de pelo menos dez professores, incluindo o presidente da universidade. A destruição foi tão intensa que a universidade, assim como outras instituições de ensino na região, foi classificada como vítima de “escolasticídio”.

Atualmente, não há universidades funcionando em Gaza, embora algumas, como a Universidade Islâmica, tentem oferecer cursos online limitados. A situação continua crítica, com a população lutando para sobreviver em meio a uma crise humanitária sem precedentes.

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