A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China está afetando o trabalho missionário na China. Recentemente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um aumento de 125% nas tarifas sobre produtos chineses, e a China respondeu com tarifas de 84% sobre produtos americanos. Isso dificultou a viagem de missionários da China Partner, que foram impedidos de visitar seminários e escolas bíblicas. Erik Burklin, presidente da missão, disse que nunca havia enfrentado uma situação assim antes. Embora já tenham passado por restrições no passado, como após a Segunda Guerra Mundial, Burklin afirmou que o ministério continuará suas atividades, apoiando a Igreja chinesa por meio de oração e comunicação online. Além disso, o Partido Comunista Chinês anunciou novas regras que exigem aprovação do governo para pregar ou criar organizações religiosas, justificando isso como uma questão de segurança nacional. O partido é desconfiado de atividades religiosas independentes e limita as manifestações religiosas a instituições controladas pelo Estado.
A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China está impactando o trabalho missionário no país asiático. Em nove de abril, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um aumento de 125% nas tarifas sobre produtos chineses, levando o governo chinês a retaliar com tarifas de 84% sobre produtos americanos. Essa escalada de tensões afeta não apenas os mercados, mas também as atividades missionárias.
A missão China Partner relatou que seus missionários enfrentam dificuldades para viajar à China devido a novas proibições governamentais. Erik Burklin, presidente da China Partner, afirmou que missionários foram impedidos de visitar seminários e escolas bíblicas, recebendo a informação de que não tinham permissão para serem recebidos. “Nunca tivemos isso antes”, disse Burklin, referindo-se à situação atual.
Historicamente, a China Partner já enfrentou restrições, como no período após a Segunda Guerra Mundial, quando todos os estrangeiros foram expulsos. Burklin destacou que, apesar das dificuldades, o ministério continuará suas atividades, apoiando a Igreja chinesa por meio de oração e comunicação online. “A Igreja ainda está operando na China”, afirmou.
Além disso, em primeiro de abril, o Partido Comunista Chinês (PCC) anunciou novas regulamentações que podem proibir atividades missionárias. As regras exigem aprovação do governo para pregar ou criar organizações religiosas, justificando a medida como uma questão de segurança nacional. O PCC mantém uma postura desconfiada em relação a atividades religiosas independentes, restringindo manifestações religiosas a instituições controladas pelo Estado.
Entre na conversa da comunidade