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Lishay compartilha mensagens emocionantes com o marido sequestrado, Omri Miran, em meio à dor da ausência

Lishay Miran enfrenta a dor do sequestro do marido, Omri, enquanto aguarda ansiosamente por sua libertação em meio ao Pesach.

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Omri Miran foi sequestrado por gunmen do Hamas em 7 de outubro de 2023 e completou 48 anos em cativeiro. Sua esposa, Lishay, se comunica com ele por mensagens no WhatsApp, contando sobre a vida da família e sua luta pela libertação dele. Recentemente, Lishay falou sobre a dor que sente pelo aniversário de Omri e a proximidade do Pesach, um feriado que simboliza a liberdade, destacando a dificuldade das filhas em lidar com a ausência do pai. No dia do aniversário, a comunidade se reuniu em Tel Aviv para celebrar e preparar um Seder simbólico, reservando lugares para os 59 reféns ainda em Gaza. A pressão sobre o governo israelense para garantir a libertação dos sequestrados continua, mas as negociações estão paradas. Lishay visita o kibbutz Nahal Oz, perto da fronteira com Gaza, onde sente que pode se conectar com Omri. Apesar da incerteza e do retorno da violência na região, ela mantém a esperança de que um dia suas mensagens serão lidas.

Omri Miran, sequestrado por gunmen do Hamas em sete de outubro de 2023, completou 48 anos em cativeiro. Sua esposa, Lishay, mantém contato com ele por meio de mensagens no WhatsApp, documentando a vida familiar e a luta pela sua libertação.

Lishay expressou sua angústia em relação ao aniversário de Omri e à proximidade do Pesach, feriado que simboliza a liberdade. Em uma mensagem, ela mencionou a dificuldade das filhas em lidar com a ausência do pai, ressaltando que a situação se torna mais dolorosa a cada dia.

No dia do aniversário, a comunidade se reuniu em Tel Aviv para marcar a data e preparar um Seder simbólico, com lugares reservados para os 59 reféns ainda em Gaza. A pressão sobre o governo israelense para garantir a libertação dos sequestrados continua, enquanto as negociações parecem estagnadas.

Lishay, que visita o kibbutz Nahal Oz, próximo à fronteira com Gaza, sente que pode se conectar com Omri mesmo à distância. Apesar da incerteza e do retorno da violência na região, ela mantém a esperança de que um dia suas mensagens serão lidas.

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