Tahawwur Rana, um empresário paquistanês e cidadão canadense, foi extraditado dos Estados Unidos para a Índia, onde foi preso e aguarda julgamento por dez acusações, incluindo conspiração criminosa e terrorismo. A Agência Nacional de Investigação da Índia confirmou que a extradição foi bem-sucedida. Rana, de 64 anos, é acusado de ajudar nos ataques terroristas de Mumbai em 2008, que deixaram 166 mortos.
Ao chegar em Nova Délhi, ele foi imediatamente detido e levado a um tribunal sob forte segurança. A NIA planeja interrogá-lo para esclarecer a conspiração por trás dos ataques, que foram realizados por militantes do grupo Lashkar-e-Taiba, com o qual ele supostamente colaborou através de David Headley, seu amigo de infância. O advogado Narendra Mann foi escolhido para liderar a acusação. Até agora, Rana e seus advogados não comentaram publicamente. A Embaixada dos Estados Unidos na Índia afirmou que a extradição é um passo importante para buscar justiça para as vítimas, incluindo seis americanos.
Em 2011, um tribunal dos EUA absolveu Rana de planejar os ataques, mas o condenou por apoiar o Lashkar-e-Taiba, resultando em uma pena de 14 anos. Ele foi liberado em 2020 por motivos de saúde, mas foi reencarcerado após a solicitação de extradição da Índia. A extradição foi aprovada em 2023, com o apoio do presidente Donald Trump após uma reunião com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
Tahawwur Rana, um empresário nascido no Paquistão e cidadão canadense, foi extraditado dos Estados Unidos para a Índia, onde foi preso e aguarda julgamento por dez acusações, incluindo conspiração criminosa e terrorismo. A Agência Nacional de Investigação da Índia (NIA) confirmou que a extradição ocorreu com sucesso. Rana, de 64 anos, é acusado de ter colaborado nos ataques terroristas de Mumbai em 2008, que resultaram em 166 mortes.
Rana chegou a Nova Délhi na quinta-feira e foi imediatamente detido pela NIA. Ele foi levado a um tribunal especial sob forte segurança, enquanto jornalistas aguardavam para registrar sua chegada. A NIA planeja interrogar Rana em detalhes para esclarecer a conspiração por trás dos ataques, que foram realizados por militantes do grupo Lashkar-e-Taiba, com o qual ele supostamente colaborou por meio de David Headley, seu amigo de infância.
O advogado renomado Narendra Mann foi designado para liderar a acusação no caso. Até o momento, Rana e seus advogados não se manifestaram publicamente. A Embaixada dos Estados Unidos em Nova Délhi declarou que a extradição de Rana é um passo crucial para buscar justiça para as vítimas dos ataques, incluindo seis cidadãos americanos.
Em 2011, um tribunal dos Estados Unidos absolveu Rana de planejar os ataques, mas o condenou por apoiar o Lashkar-e-Taiba, resultando em uma sentença de 14 anos de prisão. Ele foi liberado em 2020 por motivos de saúde, mas foi reencarcerado após a solicitação de extradição da Índia. A extradição foi aprovada por um tribunal dos EUA em 2023, e o presidente Donald Trump deu seu aval após uma reunião com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
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