Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gustavo Petro afirma que uísque causa mais mortes que cocaína em cúpula latino-americana

"O uísque mata mais que a cocaína", afirma Gustavo Petro, gerando polêmica enquanto a Colômbia enfrenta desafios no combate ao narcotráfico.

0:00
Carregando...
0:00

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, gerou polêmica ao afirmar que “o uísque mata mais que a cocaína” durante uma cúpula em Tegucigalpa. Ele criticou a guerra às drogas e as políticas dos Estados Unidos, que, segundo ele, falharam nos últimos 60 anos. Petro, que lidera o maior produtor mundial de cocaína, argumentou que a cocaína não é mais prejudicial que o álcool e destacou o aumento da violência dos cartéis de drogas na América Latina. A ministra das Relações Exteriores, Laura Sarabia, pediu à ONU que retire a coca da lista de substâncias perigosas. Dados da OMS mostram que, em 2019, o álcool causou 2,6 milhões de mortes, enquanto a cocaína resultou em cerca de 26 mil. O neuropsicofarmacêutico David Nutt afirmou que o álcool é mais perigoso que drogas como a heroína. A Colômbia pode perder a certificação dos EUA no combate ao narcotráfico, o que afetaria sua posição internacional. O ex-chanceler Álvaro Leyva expressou preocupação sobre os efeitos do álcool e das drogas, enquanto Petro se defendeu dizendo que seu único vício é café.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, gerou polêmica ao afirmar que “o uísque mata mais que a cocaína” durante a cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) em Tegucigalpa. Ele criticou a guerra às drogas e questionou a eficácia das políticas antidrogas dos Estados Unidos, que, segundo ele, falharam nas últimas seis décadas.

Petro, que lidera o maior produtor mundial de cocaína, defendeu que a cocaína não é mais prejudicial que o álcool. Ele destacou que a violência dos cartéis de drogas continua a aumentar na América Latina. A ministra das Relações Exteriores, Laura Sarabia, pediu à Organização das Nações Unidas (ONU) a remoção da coca da lista de substâncias perigosas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, em 2019, o uso de álcool causou 2,6 milhões de mortes, enquanto a cocaína resultou em cerca de 26 mil mortes. O neuropsicofarmacêutico David Nutt argumenta que o álcool é mais perigoso que drogas como a heroína, um ponto que gera debate sobre o estigma em torno das drogas ilícitas.

A Colômbia pode perder a certificação dos EUA no combate ao narcotráfico, o que poderia impactar sua posição internacional. O ex-chanceler Álvaro Leyva expressou preocupação sobre os efeitos nocivos do álcool e das drogas, enquanto Petro se defendeu, afirmando que seu único vício é café.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais