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Ataques em Plateau, Nigéria, deixam comunidades cristãs em situação crítica e milhares deslocados

Comunidades cristãs no estado de Plateau, Nigéria, enfrentam ataques brutais de militantes fulani, resultando em mortes e deslocamentos massivos.

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Militantes fulani atacaram comunidades cristãs no estado de Plateau, na Nigéria, desde o final de março de 2023, resultando em até 70 mortes e milhares de pessoas deslocadas. Os ataques ocorreram em pelo menos sete locais e agravaram a crise humanitária na região. Muitas vítimas foram baleadas, massacradas ou queimadas, incluindo mulheres idosas e crianças. O reverendo Arum, da Portas Abertas, pediu orações e ajuda para os deslocados, destacando o impacto espiritual e social na comunidade. Os ataques começaram com emboscadas a agricultores e culminaram em massacres durante velórios e encontros religiosos. Em uma vala comum, trinta e uma pessoas foram enterradas, e mais de 200 casas foram destruídas, deixando mais de três mil deslocados. A estação chuvosa, que vai de abril a outubro, piora a situação, pois muitos agricultores perderam suas fontes de sustento. A insegurança impede as crianças de irem à escola e as famílias de frequentarem as igrejas, aumentando a vulnerabilidade da população. A Nigéria é considerada um dos países mais perigosos para cristãos, segundo a Portas Abertas.

Militantes fulani atacaram comunidades cristãs no estado de Plateau, Nigéria, desde o final de março de 2023, resultando em até 70 mortes e milhares de deslocados. Os ataques, que ocorreram em pelo menos sete localidades, intensificaram a crise humanitária na região.

Relatos indicam que as vítimas foram baleadas, massacradas ou queimadas, incluindo mulheres idosas e crianças. O reverendo Arum, ligado à Portas Abertas, destacou que a situação afetou a comunidade espiritualmente e socialmente, pedindo orações e apoio para os deslocados.

Os ataques começaram em 24 de março, com emboscadas a agricultores e culminaram em massacres durante velórios e encontros religiosos. Em uma vala comum, trinta e uma pessoas foram enterradas, enquanto mais de 200 casas foram destruídas, deixando mais de três mil deslocados.

A estação chuvosa, que vai de abril a outubro, agrava a situação, pois muitos agricultores perderam suas fontes de sustento. A insegurança impede as crianças de frequentarem a escola e as famílias de adorarem nas igrejas, aumentando a vulnerabilidade da população. A Nigéria ocupa a sétima posição na lista dos países mais perigosos para cristãos, segundo a Portas Abertas.

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