Milhares de paquistaneses protestaram no último final de semana em várias cidades, pedindo a morte a Israel e apoiando a Palestina. Os protestos foram organizados pelo Jamaat-i-Islami, que criticou Israel e os Estados Unidos pela situação na Faixa de Gaza. Em Lahore, cerca de 15 mil pessoas se reuniram, e o líder do JI, Naeem Ur Rehman, chamou a luta pela Palestina de um dever de todos os muçulmanos, lembrando que o Paquistão nunca reconheceu Israel. No domingo, em Karachi, a “Marcha de Solidariedade a Gaza” atraiu milhares, que carregaram bandeiras palestinas e faixas com mensagens contra Israel. Crianças participaram fantasiadas de terroristas, e imagens de líderes do Hamas foram mostradas. Rehman também anunciou uma greve nacional em apoio à Palestina para o dia 22 de abril e pediu um boicote a produtos de empresas que apoiam Israel. Protestos semelhantes ocorreram em Bangladesh, onde cerca de 100 mil pessoas se manifestaram contra os EUA e Israel, reforçando o apoio à Palestina.
Milhares de paquistaneses participaram de protestos em grandes cidades no último final de semana, exigindo a morte a Israel e apoiando a Palestina. Os atos foram liderados pelo Jamaat-i-Islami (JI), que criticou Israel e os Estados Unidos pela situação na Faixa de Gaza.
Na sexta-feira, em Lahore, cerca de 15 mil pessoas se reuniram. O líder do JI, Naeem Ur Rehman, convocou uma “guerra santa” contra Israel, afirmando que libertar a Palestina é um dever de todos os muçulmanos. Ele destacou que o Paquistão nunca reconheceu a criação do Estado de Israel.
No domingo, a “Marcha de Solidariedade a Gaza” em Karachi também atraiu milhares. Os manifestantes carregaram bandeiras palestinas e faixas com mensagens como “Abaixo Israel” e “Libertação ou martírio”. Crianças participaram fantasiadas de terroristas, e imagens de líderes do Hamas foram exibidas.
Rehman anunciou uma greve nacional em apoio à Palestina para o dia 22 de abril e pediu boicote a produtos de empresas que apoiam Israel. Protestos semelhantes ocorreram em Bangladesh, onde cerca de 100 mil pessoas se manifestaram contra os EUA e Israel, reforçando o apoio à causa palestina.
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