A Rússia pediu aos Estados Unidos permissão para usar ativos congelados para comprar aeronaves da Boeing, mas condicionou isso a um cessar-fogo na Ucrânia. Uma fonte em Moscou afirmou que, embora essa solicitação não seja uma condição para a trégua, a Rússia acredita que os fundos não podem ser utilizados sem um acordo de paz. O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Brian Hughes, disse que o governo americano não discutirá compromissos econômicos até que um cessar-fogo seja alcançado. Estima-se que existam cerca de 5 bilhões de dólares em ativos russos congelados nos EUA, parte de um total de 280 bilhões bloqueados globalmente. Além disso, a Rússia também pediu a remoção das sanções à sua companhia aérea Aeroflot e a retomada de voos diretos entre os dois países, mas os EUA ainda não responderam a essa proposta. A Boeing, que parou suas operações na Rússia após a invasão da Ucrânia, enfrenta dificuldades em outros mercados devido a tensões comerciais, e a possibilidade de retomar as vendas à Rússia surge em um momento desafiador para a empresa, que já lida com restrições em lugares como a China.
A Rússia solicitou aos Estados Unidos autorização para utilizar ativos congelados para a compra de aeronaves da Boeing, condicionando isso a um cessar-fogo na Ucrânia. A informação foi confirmada por uma fonte em Moscou que pediu anonimato. Embora essa solicitação não seja uma condição para a trégua, a Rússia acredita que os fundos não podem ser usados sem um acordo de paz em vigor.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Brian Hughes, afirmou que o governo americano não discutirá compromissos econômicos até que um cessar-fogo seja alcançado. O Departamento de Estado e o Kremlin não comentaram sobre o pedido. Estima-se que existam cerca de US$ 5 bilhões em ativos russos congelados nos EUA, parte dos US$ 280 bilhões bloqueados globalmente.
Além da compra de aeronaves, a Rússia também pediu a remoção das sanções à Aeroflot PJSC e a retomada de voos diretos entre os dois países. Até o momento, os EUA não responderam a essa proposta. A Boeing, que encerrou suas operações na Rússia após a invasão da Ucrânia, enfrenta dificuldades em outros mercados devido a tensões comerciais.
A possibilidade de retomar as vendas à Rússia surge em um contexto desafiador para a Boeing, que já enfrenta restrições em mercados como a China. A fabricante americana pode ver suas vendas impactadas por tarifas, como indicado por declarações da Ryanair Holdings Plc, que considera adiar encomendas da Boeing.
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