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André Corrêa do Lago destaca papel da China na COP30 e busca soluções inovadoras para financiamento climático

André Corrêa do Lago, presidente da COP30, busca financiamento climático em Pequim e destaca a liderança da China na transição para uma economia de baixo carbono.

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André Corrêa do Lago, presidente da COP30, visitou Pequim para buscar recursos que ajudem países em desenvolvimento a fazer a transição para economias de baixo carbono. Durante a viagem, que ocorreu de 13 a 18 de abril, ele se encontrou com várias autoridades e representantes de ONGs e falou sobre a necessidade de novas fontes de financiamento, como a taxação de setores como transporte marítimo e aviação. A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris complicou ainda mais a situação, pois a meta de US$ 1,3 trilhão por ano para ajudar esses países ficou mais difícil. Apesar disso, Lago ficou otimista com o compromisso da China em adotar uma economia de baixo carbono, citando o crescimento da indústria de carros elétricos e painéis solares. Ele também destacou que os países desenvolvidos devem assumir a responsabilidade de financiar essa transição e mencionou que o Brasil está colaborando com a China para promover o uso de etanol como combustível, seguindo o exemplo de uma parceria com a Índia.

Presidente da COP30 busca financiamento climático em visita à China

O presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), André Corrêa do Lago, concluiu uma visita a Pequim, na China, com foco na captação de recursos para financiar a transição para economias de baixo carbono em países em desenvolvimento. A viagem, realizada entre os dias 13 e 18 de abril, teve como objetivo principal recuperar a atenção global para a questão climática.

Lago se reuniu com cerca de duas dezenas de autoridades e representantes de organizações não governamentais. Ele destacou a necessidade de novas fontes de financiamento, como a taxação de setores como transporte marítimo e aviação, em um cenário de dificuldades globais.

Saída dos EUA e a busca por alternativas

A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, sob o governo Donald Trump, agravou a situação do financiamento climático. O embaixador ressaltou que a ausência dos EUA torna ainda mais desafiador alcançar a meta de US$ 1,3 trilhão por ano para países em desenvolvimento.

Apesar do cenário, Lago expressou otimismo em relação ao compromisso chinês com a transição energética. Ele afirmou ter ficado impressionado com a convicção do governo chinês em adotar uma economia de baixo carbono, citando o crescimento da indústria de carros elétricos e painéis solares como exemplos.

Multilateralismo e responsabilidades históricas

O presidente da COP30 enfatizou a importância do multilateralismo para enfrentar as mudanças climáticas. Ele defendeu que os países desenvolvidos, como os maiores causadores do problema, devem assumir a responsabilidade de fornecer os recursos financeiros necessários para a transição nos países em desenvolvimento.

Lago também mencionou que o Brasil está trabalhando com a China para promover o uso de etanol como combustível, buscando replicar o sucesso da parceria com a Índia, que pretende atingir 30% de etanol em seus combustíveis.

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